[LGPD] Os desafios da governança de dados na transformação digital

“Os profissionais de tecnologia estão mudando e, com eles, as jornadas de transformação digital corporativa também serão alteradas.”

Quando falamos de transformação digital, geralmente, o primeiro tema que surge é a inovação tecnológica trazida pela ascensão de novos dispositivos, sistemas e conceitos. A verdade, porém, é que todos os avanços que possibilitam a criação dessas novidades dependem diretamente de um ponto: os dados, que fornecem o conhecimento necessário para que os líderes e suas equipes encontrem as rotas de transformação que realmente trarão os bons resultados.

Nesse cenário, é evidente que a inteligência necessária para transformar esses dados em insights realmente valiosos também tem se transformado recorrentemente. Afinal, as empresas estão gerando um volume exponencial de informações e utilizando cada vez mais esses recursos em seus processos de tomada de decisões. Visibilidade, credibilidade e conformidade são, nesse contexto, itens fundamentais para o sucesso dessa jornada.

O estudo “CEO’s Survey 2019”, do Gartner, indica que as informações digitais estão sendo cada vez mais importantes para o desenvolvimento estratégico das operações, dando suporte específico às ações de aprimoramento de processos internos e de atendimento aos clientes. Do mesmo modo, também tem sido prioridade filtrar e consolidar os conteúdos para a definição de futuros planos de negócios, de forma a antever oportunidades e desafios do futuro.

Além disso, os profissionais e empresas estão à procura de soluções que os ajudem a evitar falhas ou problemas com o gerenciamento de dados para otimizar o uso desses ativos dentro de suas organizações. Esse é um ponto importante, pois, à medida que as companhias entendem a importância de se incluir a análise de registros como parte central de suas ações, mais importante se torna criar estruturas maduras e seguras para alavancar as reais oportunidades trazidas à tona pela digitalização dos dados. Esse cenário deverá integrar ainda mais os executivos e os profissionais de TI em busca de soluções que os ajudem a alcançar o maior valor comercial dos dados, em abrir mão dos requisitos para atender às necessidades críticas de segurança, governança e conformidade.

De fato, a não-conformidade é uma das principais preocupações atuais das companhias, sobretudo com o surgimento das novas regulamentações como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) que entrará em vigor em agosto deste ano no Brasil e alterará por completo as responsabilidades das organizações em relação aos processos de coleta, manejo e armazenamento de informações dos clientes.

Por Paulo Padrãogeneral manager da ASG Technologies para a América Latina

Leia na íntegra em: https://it4cio.com/materias/view/codigomateria/5444

O que esperar quando o assunto é o retorno das férias?

Nem sempre a volta do recesso é como o esperado, mas importantes atitudes podem melhorar a retomada as atividades

Encontrar projetos alinhados, problemas resolvidos e a equipe fluindo pode ser o sonho de todo executivo que retorna das férias. Muitos são os profissionais que neste período não conseguem se desligar dos compromissos da sua empresa e, quando voltam ao setor, ficam mais estressados. A volta às aulas também pode ser melhorada com uso de planejamento e treinamento da mente.

Uma pesquisa, publicada no portal Economia Estadão, da Isma-BR International Stress Management Association, com executivos de São Paulo e Porto Alegre, teve um resultado curioso. O estudo aponta que 38% dos entrevistados tinha algum grau de fobia de férias, um número relevante que destaca uma fonte de estresse no período. Segundo a pesquisa, no final de 30 dias de férias, apenas 10 são realmente aproveitados, explica Ana Maria Rossi, presidente brasileira Isma-br. A razão levantada seria as decisões tomadas em sua ausência.

Planejamento

De acordo com especialistas, o apoio e o planejamento podem ser o segredo para um retorno feliz às atividades. Em publicação ao portal Economia Estadão, Geronimo Theml, especialista em produtividade e desenvolvimento humano, diz que a pergunta que cada pessoa deve fazer antes do recesso é: o que eu preciso deixar pronto para que tenha uma pausa tranquila?  A dica, segundo Geronimo, é desconectar do trabalho e colocar alguém capacitado para responder por você. A partir dessa decisão, a pessoa “substituta” avaliará se cabe interromper ou não o seu descanso.

Theml ainda comenta que colaboradores de alto nível de comprometimento acabam se sentindo responsáveis pelo trabalho mesmo em férias e se sentem inseguros em relação à equipe. Já para Cecília Belele, diretora regional da empresa de serviços de e-mail Return Path para America Latina, em matéria no Economia Estadão, o apoio da empresa é essencial para que o profissional possa realmente tirar seus dias de recesso.

Mais férias, mais qualidade de vida?

Tirar aquele tempo para relaxar pode contribuir muito para sua criatividade, como também para o foco. Uma pesquisa revelou que a pausa do trabalho pode contribuir para viver mais e com qualidade. O estudo realizado com 1.222 executivos mostrou que tirar períodos de férias mais curtos está associado a uma maior taxa de mortalidade. A partir da pesquisa, foi identificado que executivos que costumavam tirar três semanas ou menos de férias ao longo do ano tiveram 37% mais chances de morrer. Esse grupo apresentava um estilo de vida mais intenso, com maior carga horária de trabalho e menor tempo de sono. Vale ressaltar que tal resultado não era influenciado pela adoção de hábitos de vida mais saudáveis por parte desses executivos, mostrando que uma pausa real do trabalho é fundamental para que se possa relaxar e combater de maneira mais eficiente os efeitos negativos do estresse.

Além disso, os testes foram realizados com homens que apresentavam ao menos um fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, como tabagismo, pressão alta, colesterol alto, triglicerídeos elevados, intolerância à glicose e sobrepeso. Ainda assim, os resultados da pesquisa são relevantes, já que muitos desses fatores são comuns de serem identificados no ambiente corporativo.

A cultura

Existe uma cultura, no meio corporativo, de que férias prolongadas são associadas à falta de interesse do colaborador. Além disso, muitos profissionais temem que a sua própria ausência possa ser um fator de risco para que outro profissional entre em seu lugar ou execute melhor suas atividades.

Indo contra tal corrente, muitas empresas já estão atentas à importância da qualidade de vida de seus profissionais e à relevância de focar em mais estratégias que promovam o bem-estar do colaborador para o alcance de bons resultados para a companhia. E isso inclui o prazer de tirar férias com apoio da organização.

Fontes:

Economiaestadão
Empregosecarreiras
Escardio.org

Coronavírus: Uso da tecnologia na detecção de problemas

Ferramentas disruptivas têm contribuído para detectar casos suspeitos de coronavírus nos aeroportos

Cresce o uso da tecnologia em situações de conflito ou calamidades públicas. Na medida que o desenvolvimento da ciência de ponta avança, torna-se cada vez mais comum o uso de ferramentas tecnológicas no diagnóstico de problemas, na solução de crimes ou na cura de enfermidades.

Nas últimas semanas, um vírus misterioso que já atingiu diversas localidades tem preocupado as autoridades e a opinião pública. O coronavírus provocou um surto de pneumonia e foi identificado primeiro em Wuhan, na China. Autoridades do país confirmaram na última semana que a doença tem transmissão entre humanos.

Na tarde de ontem (28), o Ministério da Saúde divulgou que são três caso suspeitos do coronavírus 2019-nCoV no Brasil – um em São Leopoldo (RS), e outro em Curitiba. O governo já havia noticiado anteriormente que um caso também estava sendo investigado em Belo Horizonte (MG)

Abordagens inteligentes

Em conjunto com ações básicas, o uso da tecnologia de ponta tem sido importante para o diagnóstico de problemas. Segundo matéria publicada pela Agência Brasil EBC, os aeroportos aumentaram o processo de triagem.

As câmeras de imagens térmicas nos aeroportos, por exemplo, ajudam a monitorar a temperatura corporal dos passageiros, atuando como uma ferramenta essencial durante epidemias ou surtos de gripe.

Em 2003, em meio a um surto da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), que também teve início na China, vários aeroportos utilizaram o scanner térmico para detectar febre em passageiros. Segundo o The Guardian, os aeroportos chineses têm tomado medidas drásticas de proteção – profissionais têm checado até a tosse de passageiros.

A tecnologia utilizada na prevenção de acidentes também se configura como uma ferramenta essencial de proteção. Os desastres recentes no Brasil, envolvendo o rompimento de barragens, destacam o uso de tecnologias disruptivas na busca por pessoas desaparecidas.

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Profissões em alta para 2020 segundo LinkedIn

As 15 profissões mais promissoras de 2020, segundo o LINKEDIN

A rede social listou 15 profissionais com mais oportunidades no mercado de trabalho

No começo do mês de janeiro, o LinkedIn listou as 15 profissões emergentes de 2020, nove delas ligados à Tecnologia da Informação e da Comunicação. O resultado dessa lista baseia-se em dados de perfis públicos de usuários que tenham ocupado um ou mais cargos nos últimos cinco anos no Brasil.

Para concretizar o relatório, a rede social relacionou as profissões com mais movimentação e, então, realizou um cálculo de crescimento, que levou em consideração o número de contratações a aumento da taxa de procura. Gestor de mídias sociais aparece como o cargo mais crescente no mercado, com um aumento anual de 122% em média, considerando os anos entre 2015 e 2019. O site atenta para a profissão de motorista em 10º lugar, cujo aumento está relacionado à popularização de aplicativos.

Confira a lista a seguir:

1. Gestor de mídias sociais, crescimento médio anual de 122%;

2. Engenheiro de cibersegurança, crescimento médio anual de 115%;

3. Representante de vendas, crescimento médio anual de 109%;

4. Especialista em sucesso do cliente, crescimento médio anual de 79%;

5. Cientista de dados, crescimento médio anual de 78%;

6. Engenheiro de dados, crescimento médio anual de 75%;

7. Especialista em Inteligência Artificial, crescimento médio anual de 73%;

8. Desenvolvedor em JavaScript, crescimento médio anual de 72%;

9. Investidor Day Trader, crescimento médio anual de 69%;

10. Motorista, crescimento médio anual de 68%;

11. Consultor de investimentos, crescimento médio anual de 61%;

12. Assistente de mídias sociais, crescimento médio anual de 60%;

13. Desenvolvedor de plataforma Salesforce, crescimento médio anual de 58%;

14. Recrutador especialista em Tecnologia da Informação, crescimento médio anual de 56%;

15. Coach de metodologia Agile, crescimento médio anual de 53%.

Fonte: LinkedIn / IT4CIO

10 motivos para aprender a programar no século 21

Aprender a programar é se alfabetizar. Depois de ver esses motivos, você não vai mais querer ficar de fora disso

Não há como negar que a tecnologia agora domina uma enorme quantidade de indústrias diferentes. Ser analfabeto no computador simplesmente o cortará no mundo do trabalho em algum tempo. Aprender a codificar é a palavra de ordem no momento.

1. A codificação pode levar a trabalhos de desenvolvimento de software

A codificação é a habilidade fundamental para trabalhos com desenvolvimento de software. Atualmente há uma escassez de desenvolvedores de software em todo o mundo, então aprender a codificar pode ser um caminho fácil para um campo aberto de trabalho. No entanto, essa não é a única maneira pela qual a codificação pode abrir oportunidades de emprego.

2. Abre diversas outras oportunidades de emprego

Para startups menores, contratar alguém apenas para cuidar de programação e web design pode não ser a opção economicamente mais viável. Ter a codificação como uma vantagem para o seu arco de atividades pode ser a chave para encontrar empregos relacionados ao campo, como criação de conteúdo, marketing, relações públicas e muito mais.

3. A programação pode fazer com que sua aplicação no trabalho se destaque

Mesmo que você esteja se candidatando a uma posição que não tenha relevância direta para a programação, ela ainda é bem conhecida como uma habilidade útil. Assim, ao ter conhecimento disso, você provavelmente se posicionará automaticamente acima da competição. Além de ser uma habilidade que geralmente vale a pena na maioria dos trabalhos, ela também mostra que você é dedicado, dinâmico e autocrítico.

4. A alfabetização por programação pode ajudá-lo a entender outros aspectos da tecnologia

Conhecimento de codificação pode ajudar de outras maneiras também. Isso pode significar que você é mais rápido para aprender outros aspectos da tecnologia, além de dizer que você é mais fluente digitalmente. No atual mercado de trabalho, cada vez mais digital, isso só pode ser benéfico.

5. Isso pode te levar ao trabalho freelancer

Se você deseja se tornar freelancer ou trabalhar durante viagens, a codificação pode ser uma ótima maneira de entrar nisso. Como a programação é uma habilidade altamente valorizada no momento, muitas empresas estão dispostas a terceirizar o trabalho. Isso significa que os programadores habilidosos têm a capacidade de criar sua própria marca e cobrar uma boa taxa por isso.

6. A programação pode permitir que você desenvolva projetos que ama

A codificação é uma habilidade fantástica para você se você é do tipo que tem muitas ideias e quer começar várias coisas diferentes o tempo todo. Não ter que procurar em outro lugar por um programador economiza tempo e dinheiro, e isso significa que você pode continuar mudando e redesenhando à medida que sua ideia se desenvolve.

7. A programação pode melhorar as habilidades de resolução de problemas e lógica

Fora das implicações que parecem boas em um currículo, a codificação realmente aumenta as habilidades que são úteis para a maioria dos trabalhos. Resolução de problemas e lógica são os dois principais. Aprender a codificar é como uma sessão de exercícios para o lado esquerdo do cérebro.

8. Codificar melhora habilidades interpessoais

A programação, diferente do que muitos acreditam, para a maioria dos grandes projetos tende a ser um esforço colaborativo. Isso significa ter que trabalhar como uma engrenagem, como parte de uma equipe maior. Aprender a melhor forma de interagir com chefes e colegas de trabalho é uma habilidade essencial no trabalho, e ela pode ser desenvolvida por meio de codificação.

9. Ser um codificador habilidoso pode construir confiança

Saber que você tem uma habilidade desejável em um mercado de trabalho competitivo pode ajudá-lo a se tornar mais confiante em suas próprias habilidades. Também é um processo bastante viciante: quanto mais você aprende, mais você vai querer aprender. Sabendo que qualquer problema que possa prejudicar a maioria das pessoas é facilmente resolvido por você é capacitar.

10. Qualquer um pode fazer isso

O mito da programação para gênios já caiu a muito tempo: qualquer pessoa pode aprender a codificar. Não leva vários anos ou custa milhares de reais. Na verdade, pode ser feito on-line e no conforto da sua própria casa, e pode ser aprendido de forma flexível em torno de seus outros compromissos. Aprender a programar é se alfabetizar.

Fonte: Computer World

Many Eyes – Visualizando Dados Online

Olá, pessoal.

Conheci recentemente uma ferramenta chamava Many Eyes, uma ferramenta online e gratuita, mantida pela IBM, mas criada pela brasileira Fernanda Viégas.

Ela criou, juntamente com colegas de Google na época, uma ferramenta capaz de receber dados de qualquer tipo e gerar visualizações que qualquer pessoa possa usar e também compreender.

Assista a apresentação que ela fez em 2014, com esse vídeo no youtube:

Para saber mais, acesse: https://www.boostlabs.com/ibms-many-eyes-online-data-visualization-tool/