Inclusão Digital

Inclusão digital é proporcionar a democratização de acesso às Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), criando condições para que os cidadãos sejam, de fato, incluídos na sociedade. Por essa razão, não se pode confundir inclusão digital com alfabetização digital, a qual está vinculada ao ensinamento básico dos recursos da informática.

O objetivo é proporcionar inclusão social, na qual  prevalece a redução das desigualdades socioeconômicas por meio de projetos comunitários, culturais e profissionalizantes, utilizando as TIC’s e tendo a educação como meio para a efetivação dessa prática.

O Brasil possui várias ações de Inclusão Digital e uma delas é a implantação de Telecentros, uma parceria do Governo Federal com municípios, estados, instituições privadas e comunidades. Acesse o Portal do Observatório Nacional de Inclusão Digital, leia mais sobre o programa e encontre o Telecentro mais próximo de você.
Paulo Freire : Foto: Maurício Nahas

Você já leu Paulo Freire ?Paulo Freire (Paulo Reglus Neves Freire – *1921 +1997) foi um importante educador brasileiro que se preocupou com a consciência do educando sobre sua cidadania e seu papel na sociedade. Para o autor a educação é um ato político que deve buscar conscientizar as classes populares, chamadas por ele de oprimidas.  Sua principal teoria refere-se à pedagogia da libertação, a qual versa sobre essas convicções do autor e como a educação pode libertar os cidadãos oprimidos. O ponto de partida de seus estudos foi a alfabetização de jovens e adultos, buscando uma alfabetização crítica, que levasse o educando a renovar seus instrumentos de leitura, inserindo-se na sociedade.

Assim, a educação para Paulo Freire  está sempre ligada à cultura e às práticas sociais. Dessa forma, as práticas pedagógicas tornam-se libertadoras, ao mesmo tempo em que problematizam o contexto dos alunos, baseando-se na inquietude do pensamento e tornando o indivíduo consciente de si e de suas ações. De acordo com o autor, o professor precisa ser consciente de sua autonomia, enquanto capacidade de decidir e assumir a responsabilidade de educar. Somente assim, o educador poderá respeitar a curiosidade e a linguagem do educando, flexibilizando e problematizando suas práticas.

Fonte: Anderson Venâncio/Learncafe

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Autor: Daniel Brandão

Desenvolvedor Web e Professor. Gosto de debater, escrever e comentar a respeito da vida, tecnologia, o pensar, a sociedade, a vida cotidiana e da vida vindoura.

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