Redes sociais: Até que ponto é saudável?

Vivemos dias em que é impensável vivermos fora das “redes sociais“. E olha que elas são muitas. Facebook, Twitter, Youtube, Google+ e até o findado Orkut são exemplo de sites onde o que importa é a opinião de terceiros, mas nem tanto.

Com a popularização da conexão com a internet, novos serviços surgem a todo momento. Nos primórdios das conexões, no começo dos anos 90, tínhamos um acesso de velocidade limitada pela tecnologia da época. Éramos limitados em conexões apenas fixas, onde o telefone fixo era de uso obrigatório. Hoje com as conexões móveis, seja em redes WI-FI (sem fio) ou por 3/4 G(conexões via rede móvel – celular), temos um poder maior de alcance, podemos “estar” em vários lugares ao mesmo tempo, mesmo que de forma apenas virtual.

As redes sociais entraram no jogo justamente quando nosso acesso a essa grande rede se popularizou, nos dando um leque de opções. A possibilidade de poder nos comunicar com pessoas à quiilometros de distancia, popularizou as famosas redes, independente da classe social, sexo ou idade da pessoas.

O Orkut, pai de muitas dessas redes, foi um precursor deste modelo. Um site onde você poderia enviar suas fotos, textos e relatar momentos de sua vida, deixando a privacidade de lado e em alguns casos se tornando uma “celebridade” na web. Outros vieram na mesma época, como o Facebook, que se popularizou apenas em 2007, quando aos poucos foi tomando o primeiro lugar na lista de sites mais visitados no mundo inteiro.

Hoje, podemos estudar, vender, comprar, divulgar uma marca ou até denegri-la. As redes sociais se tornaram objeto de desejo de muita das grandes empresas. Pessoas conseguem ‘ganhar a vida’ apenas estando conectados o dia todo. Outros, mesmo sem ganhar nada, não vivem sem estar nelas.

Em outubro de 2013, o número de usuários do Youtube (rede social de vídeos) aumentou mais que o do Facebook, pelo menos aqui no Brasil. O aumento se dá muito pelas novas formas de se tornar famosos que o site de vídeos do Google proporciona, além das várias formas de se ganhar dinheiro também. É o caso dos Vloggers, os vlogueiros profissionais, pessoas que ganham por postarem vídeos de variados assuntos, gerando lucro indiretamente pelo número de visitantes em seu canal (como são chamadas as páginas dos usuários cadastrados). Mas engana-se quem pensa que o Facebook está perdendo força, o site de Mark Zuckerberg já chegou a marca de 1,19 Bilhões de usuários cadastrados, contra 1 bilhão de usuários ativos no Youtube.

A tendência é que no Brasil este número cresça ainda mais, já que hoje somos o país com o maior número de usuários conectados via Mobile (conexão por Tablets ou celulares). Mas, até que ponto as redes são positivas? Muito se questiona a respeito devido o aumento de crimes em torno destes sites. O maior problema pode ser tornar a solução, pois ao mesmo tempo em que crescem os crimes que são pelo menos iniciados na rede,  a descoberta de muitos outros inclusive de autores de crimes tem aumentado, ajudando assim a esclarecer casos acontecidos há décadas.

Por isso, cabe a cada utilizador saber medir suas consequências. Expor sua vida íntima nas redes é sempre um ERRO  e deve ser evitado. Crianças terem acessos a elas também é prejudicial, pois em idade de formação de caráter, o conteúdo das redes mais populares pode prejudicar o discernimento de certo x errado da criança. Cabe-nos medir nossos atos e proteger os que nada entendem, para que nosso futuro “social/virtual” não seja um tiro no escuro.

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