#CoisasQueFiz: Webrádio

Olá Pessoal!

Hoje irei começar uma série aqui no blog sobre algumas experiências que já tive na vida e, como diria Faustão, “Tanto no Pessoal como no Profissional“. Começo falando sobre minha experiência com RÁDIO (na web).

Desde que comecei a fuçar na Web, sempre gostei de explorar novas possibilidades. Era novo, adolescente, curioso e com muito tempo vago. Uma das coisas que sempre gostei desde criança era ouvir rádio. Quando a internet se tornou mais popular, a evolução foi natural, partindo para as webrádios.

Comecei de forma simples, junto de amigos, utilizando recursos gratuitos como o do Winamp. Ele era um Player de áudio e vídeo e permitia fazer transmissão ao vivo do áudio do seu PC diretamente para o MUNDO!

Comecei transmitindo para amigos, jogando conversa fora “ao vivo” com amigos e tocando música na linha rock. Geralmente a gente tocava músicas de bandas “alternativas”, ou seja, bandas novas ou independentes. Nesta época eu percebi o poder da comunicação em massa. Como consumidor há anos de rádio, me tornar um comunicador se tornou algo não tão difícil. Era um prazer me conectar tarde da noite e ficar falando com os ouvintes, lendo mensagens dar redes sociais e tocando o som que ‘eles’ queriam ouvir.

Fiz muitas amizades nesse tempo. Cheguei a ser locutor oficial de uma webrádio de Rondônia, rádio essa que chegou a ser uma das mais ouvidas da América Latina em seu seguimento de público. Algo fantástico para um amador.

Com o tempo fui descobrindo novos recursos. Começamos a criar vinhetas, gravar programas e a utilizar programas como essa da imagem, o SAM BROADCAST. Ele servia tanto para tocar as músicas como para conectar ao servidor de streaming da rádio. Oh, saudades…

Dava um certo trabalho conectar, configurar e usar o sistema. Mas, a recompensa vinha ao ver o retorno do público. Posso dizer que senti um gostinho do que os chamados “Youtubers” de hoje sentem. Uma “popularidade” parcial, um reconhecimento de um “trabalho”. Mas que não tenha ganho R$ 1,00 com isso (pelo contrário, investi para manter o projeto online), o prazer e a recompensa vieram de outras formas.

Essa experiência me fez crescer muito, evoluir como pessoa e trazer a oratória e a prática em lidar com público para minha profissão.

E VOCÊ, já teve alguma experiência parecida? Comente abaixo. Até o próximo #CoisasQueFiz.

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Autor: Daniel Brandão

Desenvolvedor Web e Professor. Gosto de debater, escrever e comentar a respeito da vida, tecnologia, o pensar, a sociedade, a vida cotidiana e da vida vindoura.

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