Universitário: Volte às aulas com tudo!

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Para quem está começando uma faculdade ou para quem estava de recesso e está voltando, existem semelhanças. Por exemplo no fato de ambos estarem parados, terem até mesmo “esquecido” de como estudar. Voltar a produzir depois de um tempo parado não é fácil. Um atleta voltar a ativa depois de um tempo acomodado gera dificuldades de desempenho. Quer voltar com tudo? Aí vão 5 dicas importantes:

1 – Matéria dada é matéria estudada

Cara, eu sei que pode ser bem difícil ter pique para reler e revisar o que você acabou de aprender, mas é um fato: se você tiver disciplina e estudar (nem que seja um pouco!) do que já foi visto em sala de aula, você vai absorver e guardar o conteúdo com bem mais facilidade! Isso vai te ajudar também a não ter que fazer maratonas mágicas (regadas a café!) na noite antes da prova. Estudos científicos comprovam: a melhor maneira de fixar o conteúdo é fazer mini revisões rápidas nos dias seguintes ao primeiro contato com a matéria nova!

2 – Leia livros diferentes

Um dos maiores problemas que acontecem com todo universitário ao entrar para a faculdade é que eles leem apenas os livros relacionados ao seu curso e nada mais. Porém, ler conteúdos diferentes, tipo romances e ficção científica, pode te ajudar e muito a aliviar a pressão dos estudos, além de contribuir para você expandir o seu vocabulário e a sua compreensão textual.

Outra dica é ler mais livros sobre desenvolvimento pessoal. Sempre que eu posso eu vou a alguma loja da Saraiva e procuro ver quais são os lançamentos (ou os livros mais vendidos!) sobre gerenciamento de tempo, educação financeira, produtividade, liderança e outros temas importantes para desenvolver habilidades que são essenciais para a nossa vida pessoal e profissional.

3 – Aprenda (de uma vez!) a se organizar

Organização não acontece com um passo de mágica, é um processo. Mas acredite em mim: uma hora na vida você vai ter que aprender a se organizar melhor (seja por bem, ou mal!). Então, quanto mais cedo você conseguir criar hábitos de organização, melhor!

Eu recomendo muito que você use uma agenda ou algum app para anotar suas tarefas.Guarde seu cérebro (e a sua disposição) para executar as suas tarefas, e não para guardá-las.

4 – Use a técnica Pomodoro

Quem já conhece o projeto Universitário Ativo há um tempo já deve ter ouvido essa dica várias vezes! Pessoalmente eu considero essa técnica uma das mais eficientes para você ser mais produtivo.

Na prática, a técnica Pomodoro consiste em dividir as tarefas (ou estudos!) em blocos de 25 minutos e descansar por 5 minutos. Você tem que fazer um combinado com você mesmo: durante esses 25 minutos você vai focar APENAS no que está fazendo. Esqueça o Facebook, o celular, seus amigos, tudo! Foque apenas na tarefa a ser feita. Quando acabar os 25 minutos, relaxe por 5 minutos, e faça qualquer coisa MENOS A TAREFA. Você vai ver que essa técnica vai tornar a atividade de estudar bem mais produtiva =)

5 – Economize uma grana esse semestre

A vida universitária não é fácil e provavelmente você ficará apertado todo fim de mês se não souber se planejar. Atualmente nós temos várias maneiras de ter acesso ao material de estudo, como na forma de xerox e PDFs. Porém, pelo menos para mim, nada substitui o bom e velho livro! Começar a criar uma biblioteca pessoal com os principais livros da sua área é uma boa ideia e com certeza vai te ajudar muito na sua vida profissional. Porém, se você não souber comprar bem, esse investimento pode sair caro!

Fonte: Universitário Ativo

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Dicas de Séries – Black Mirror

Olá Pessoal. Há um tempo comecei uma série de postagens com dica de séries online para se assistir. Meu objetivo era de dar dicas de seriados que tenho acompanhado e que tem a ver com tecnologia e suas aplicações práticas no cotidiano. Comecei falando de Mr. Robot (clique aqui e leia a primeira resenha).

Hoje quero indicar a série BLACK MIRROR, da Netflix. Uma série que fala sobre nosso presente tecnológico e de como será ou poderá ser nossa sociedade há alguns anos. Confira a resenha em minha página no Facebook ou no Instagram. Segue abaixo…

DICAS DE SÉRIES: #BlackMirror Esta série da @Netflix é uma daquelas que te choca mas te prende a atenção até o fim. Com 4 temporadas, a série trata do uso da tecnologia em nossos dias. O foco principal é nos fazer refletir em como o abuso do uso das tecnologias digitais e a internet pode por fim a sociedade como a conhecemos. Alguns episódios são bem pesados. No geral a série tem indicação para 16 anos, mas algumas cenas são típicas de filmes de suspense/terror. Destaque para alguns episódios onde a sociedade passa a julgar TUDO que as pessoas fazem. Uma espécie de ranking onde tudo que você faça é "avaliado" em até 5 estrelas. Outros episódios mostram pessoas sofrendo tortura psicológica como forma de pagar por seus crimes. Além do uso de bastante tecnologia que hoje nos parece algo distante mas que já existem e muitas já estão em uso, como robôs, animais androide que simulam o comportamento de animais reais e etc. Se você gosta de ação, suspense e doses de terror e se interessa por tecnologia… #ficaADica #séries #BlackMirror #nerflix #dicas #cinema #suspense #terror #horror

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Dicas de Séries – Mr. Robot

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Olá meu povo, como vão? Eu vou bem. Hoje irei começar uma série de postagens dando dicas de filmes e séries que tenho assistido. Darei indicação principalmente das que tratam de tecnologia e informação.

Hoje temos uma verdadeira epidemia que atinge o mundo inteiro. Esta “coqueluche” tem se propagado muito desde o surgimento de aplicativos e sistemas como a Netflix. Séries antigas estão voltando a estar em evidência, assim como novas séries surgem com uma maior frequência que antigamente.

Na minha adolescência assistia muitas séries ainda pela TV. Quem é da minha época e não assistiu a Divisão Criminal, Um Maluco no pedaço, Kenan e Kel, Friends e afins, não aproveitou bem a vida (rsrs).

Das séries atuais a primeira que citarei é uma que trata sobre tecnologia, hacking, segurança de dados e a que ponto a nossa sociedade pode ficar refém de grandes grupos de empresas, que acabam por dominar todas as áreas de nossas vidas como Financeiro, Saúde, Tecnologia, Educação e principalmente Política.

A série se chama MR. ROBOT. Uma série que tem como personagem principal Elliot, um caricato hacker que durante o dia é engenheiro de segurança de dados e a noite usa seus conhecimentos para invadir a privacidade das pessoas que o rodeiam.

Mas não é só isso. Elliot possui um alter ego, que na sua mente seria fisicamente parecido com seu pai, chamado de Mr. Robot, e que o manipula para tomar decisões bem polêmicas. Quando Mr. Robot toma conta da mente de Elliot, uma  sociedade secreta é formada a ponto de recrutar vários outros hackers que usam seus conhecimentos para tentar derrubar o conglomerado Evil Corp, que no mundo fictício da série seria a grande responsável por instituições bancárias, tecnológicas e que possui uma influência enorme no meio político.

Por trás da história principal, a série mostra a tumultuada vida do protagonista, que tenta lidar com traumas de infância em suas terapias, convivendo constantemente com o passado, muito presente pelo relacionamento com sua irmã Darlene. Juntos, os irmãos formam a FSociety, grupo ativista hacker que tem por objetivo derrubar o império financeiro da Evil Corp.

Uma trama show de bola, que já está na 3ª temporada. Cheia de reviravoltas, com episódios que fixam você na tela e que fazem o espectador querer assistir cada episódio com toda atenção do mundo. A série deixa exposto o quanto podemos (ou já estamos!?) reféns do sistema bancário e financeiro mundial. Se você é nerd, gosta de tecnologia e tramas bem elaboradas, fica essa dica.

OBS: Até enquanto fiz esta postagem, a série não estava disponível na Netflix ainda.

CaseCrunch: O advogado “robô”

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Uma disputa bastante inusitada acabou com um sistema de inteligência artificial derrotando competidores humanos e não estou falando de partidas de xadrez – trata-se, na verdade, de um campeonato de advogados que colocou o CaseCrunch Alpha para enfrentar 100 profissionais reais da área. O resultado? Um baile da IA, que obteve uma taxa de precisão de 86,6%, enquanto que as pessoas de carne e osso chegaram a apenas 66.3%.

O CaseCrunch se tornou um sistema capaz de realizar previsões com base em informações sobre os casos e as leis locais

Os advogados e a inteligência artificial receberam informações básicas sobre centenas de casos de venda incorreta de seguro de proteção de pagamento e deveriam prever se o provedor financeiro de justiça permitiria uma reclamação. Foi nessas previsões que o CaseCrunch Alpha se saiu muito melhor que os profissionais de verdade.

De tirar dúvidas a prever

Criada por estudantes de direito de Cambridge, a plataforma funcionava inicialmente apenas como um bot de bate papo que tinha como objetivo tirar dúvidas legais de pessoas. A partir daí, o CaseCrunch se tornou um sistema capaz de realizar previsões com base em informações sobre os casos e as leis locais.

Ainda é muito para dizer se em algum dia os advogados poderão ser substituídos por máquinas, visto que o direito é um assunto sempre bastante subjetivo. Seja como for, se você for advogado, é bom ficar de olho: seu emprego pode estar com os dias contados.

Fonte: TecMundo.

Violinista acidentada há 30 anos volta a tocar graças a tecnologia brasileira

Rosemary Johnson sofreu um acidente de carro em 1988, perdendo os movimentos de seu corpo. Com isso, a violinista nunca mais tinha conseguido tocar seu instrumento favorito, mas, agora, tudo mudou graças a uma tecnologia criada por um brasileiro. Ela voltou a tocar o violino graças a sensores que acompanham o movimento de seus olhos, e também captam ondas cerebrais.

A tecnologia foi desenvolvida por Eduardo Miranda, brasileiro que atua como professor na Universidade de Plymouth, na Inglaterra. Há alguns anos, o professor se dedica a pesquisas que combinam música, computação e biologia, com o objetivo de devolver a capacidade de expressão musical a pessoas com deficiências.

Com o projeto de Miranda, a violinista, que não consegue se mover ou falar, conseguiu selecionar notas exibidas em uma tela, que foram tocadas em tempo real por uma colega sua, a também violinista Alison Balfour-Paul. Uma orquestra foi chamada para tocar a composição de Johnson, e você pode conferir a apresentação no seguinte curta produzido pela Volvo Car UK, que apoia o projeto:

“Quando vi Rosie pela primeira vez, algo estalou. É muito interessante trabalhar com ela. Uma vez que ela é uma musicista clássica, não preciso perguntá-la muitas coisas. Por meio da tecnologia, estamos quase instantaneamente trabalhando no domínio da comunicação musical”, contou o professor. “Trabalhar com ela está nos ajudando a desenvolver e formatar esta tecnologia. É uma mistura maravilhosa entre ciência e criatividade”, completou.

A tecnologia, que ainda está em desenvolvimento, é fruto de uma parceria com o Hospital Real para Deficiências Neurológicas de Londres, e já vinha sendo estudada desde 2003. “A ideia surgiu quando eu li uma notícia que cientistas estavam desenvolvendo métodos para controlar máquinas usando sinais elétricos cerebrais, chamados eletroencefalogramas. Eu achei a ideia fascinante e comecei a investigar a possibilidade de usar esse tipo de tecnologia para criar instrumentos musicais eletrônicos”, explicou o brasileiro.

Apesar de atuar na Inglaterra, Miranda pretende trazer sua tecnologia inovadora para o Brasil. Ele disse que está “em contato com algumas instituições brasileiras para ver se podemos mostrar o trabalho no Brasil no ano que vem”, mas “o trabalho não está pronto ainda para ser usado mais amplamente”. Para conseguir levar a tecnologia adiante, o professor depende da disponibilidade de colaboradores e de financiamentos. Com o caso bem sucedido de Rosemary Johnson, ele espera conseguir esse apoio.

Fonte: BBC