Slides do curso Planilhas Inteligentes

Olá meus caros, como vão? Espero que bem.

Aqui compartilho com vocês o material utilizado nas aulas do projeto de extensão da Unipê em Planilhas Inteligentes. Todo material adicional será colocado na mesma pasta no drive, então acompanhe ela clicando aqui!

Se quiser dicas em VÍDEO dos conteúdos vistos nas aulas, acesse meu CANAL NO YOUTUBE e acompanhe as video-aulas!

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Dicas de Séries – Mr. Robot

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Olá meu povo, como vão? Eu vou bem. Hoje irei começar uma série de postagens dando dicas de filmes e séries que tenho assistido. Darei indicação principalmente das que tratam de tecnologia e informação.

Hoje temos uma verdadeira epidemia que atinge o mundo inteiro. Esta “coqueluche” tem se propagado muito desde o surgimento de aplicativos e sistemas como a Netflix. Séries antigas estão voltando a estar em evidência, assim como novas séries surgem com uma maior frequência que antigamente.

Na minha adolescência assistia muitas séries ainda pela TV. Quem é da minha época e não assistiu a Divisão Criminal, Um Maluco no pedaço, Kenan e Kel, Friends e afins, não aproveitou bem a vida (rsrs).

Das séries atuais a primeira que citarei é uma que trata sobre tecnologia, hacking, segurança de dados e a que ponto a nossa sociedade pode ficar refém de grandes grupos de empresas, que acabam por dominar todas as áreas de nossas vidas como Financeiro, Saúde, Tecnologia, Educação e principalmente Política.

A série se chama MR. ROBOT. Uma série que tem como personagem principal Elliot, um caricato hacker que durante o dia é engenheiro de segurança de dados e a noite usa seus conhecimentos para invadir a privacidade das pessoas que o rodeiam.

Mas não é só isso. Elliot possui um alter ego, que na sua mente seria fisicamente parecido com seu pai, chamado de Mr. Robot, e que o manipula para tomar decisões bem polêmicas. Quando Mr. Robot toma conta da mente de Elliot, uma  sociedade secreta é formada a ponto de recrutar vários outros hackers que usam seus conhecimentos para tentar derrubar o conglomerado Evil Corp, que no mundo fictício da série seria a grande responsável por instituições bancárias, tecnológicas e que possui uma influência enorme no meio político.

Por trás da história principal, a série mostra a tumultuada vida do protagonista, que tenta lidar com traumas de infância em suas terapias, convivendo constantemente com o passado, muito presente pelo relacionamento com sua irmã Darlene. Juntos, os irmãos formam a FSociety, grupo ativista hacker que tem por objetivo derrubar o império financeiro da Evil Corp.

Uma trama show de bola, que já está na 3ª temporada. Cheia de reviravoltas, com episódios que fixam você na tela e que fazem o espectador querer assistir cada episódio com toda atenção do mundo. A série deixa exposto o quanto podemos (ou já estamos!?) reféns do sistema bancário e financeiro mundial. Se você é nerd, gosta de tecnologia e tramas bem elaboradas, fica essa dica.

OBS: Até enquanto fiz esta postagem, a série não estava disponível na Netflix ainda.

{Série} Projeto Web – EP00 (PILOTO)

Olá meus caros, como estão? Espero que bem. “Começando o ano” de 2018, iniciarei uma série de posts sobre PROJETO WEB.

Se você é novo em programação, é estudante ou entusiasta na área, tá começando na carreira, irei dar umas dicas de como começar um projeto web, como é formado um, a arquitetura básica e os primeiros passos.

Só uma observação: NÃO EXISTE APENAS 1 JEITO DE PROGRAMAR PRA WEB, por isso, não estou aqui para vomitar regras, irei apenas compartilhar minhas experiências e aquilo que tem servido como base para as equipes de desenvolvimento web nos últimos tempos.

Temas como Camadas de arquitetura web, Design Pattern, Frameworks, Linguagens, IDEs, Banco de dados, Repositórios (GIT) e hospedagem de site. Iremos dar um panorama geral, que deverá servir para quem quer começar ou já está na caminhada de se tornar um desenvolvedor web.

Venha comigo que garanto que juntos poderemos compartilhar bastante conhecimento. PARTICIPE pelas redes sociais e pelos comentários aqui no site. Pergunte, sugira pautas e ao longo das postagens vou acrescentando conforme a possibilidade.

Caso este projeto dê certo, pretendo expandir para um curso em vídeo em meu Canal no Youtube. Portanto, siga nosso blog e acompanhe as demais postagens que virão!

Fim de ano letivo!

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Chega ao fim mais um ano, mais um semestre letivo. Chegou a hora de fazer uma auto-retrospectiva, analisar os pontos positivos e negativos. Você já parou para pensar como a vida corre? Esses dias o “FELIZ ANO NOVO” era para a chegada de 2017, e agora… lá se vai o ano.

Ao fechar mais um ciclo, é a hora de refletir se o ano teve saldo positivo ou negativo. Ou, pior ainda, se você se manteve na mesma. As vezes é melhor negativar, dar um passo atrás para, quem sabe, evoluir.

Algumas considerações minhas sobre este ano? Este ano pude crescer profissionalmente. Consegui escrever mais, produzi uma série de vídeos para o Youtube sobre Excel. Publiquei artigos, palestrei para pequenos grupos e consegui compartilhar conhecimento com o maior número de alunos até hoje (meu “recorde” pessoal rsrs). Emplaquei como supervisor técnico e consultor para equipes de estagiários em desenvolvimento de sistemas, pude com tudo isso ver a evolução e a formação de futuros profissionais das mais diversas áreas.

Isso é o que encanta em minha profissão, a chance de você ver profissionais se formarem e com sua pequena contribuição, pequena porém importante. Afinal, enquanto estive em minha graduação, sempre contei com o apoio de professores. Tive a “sorte” de ter professores muito dedicados e capazes no que faziam, pelo menos em sua maioria.

Com tudo isso, até aí, o saldo no ano foi positivo. A soma foi boa, as experiências trocadas foram de certo modo revigorantes. Pude tentar mais, ousar, arriscar a entrada no Mestrado (que deverá ficar para o próximo ano). A vida é assim, alguns sonhos são plantados para serem colhidos bem depois.

De modo geral só tenho a agradecer aos meus “chefes”, empregadores, colegas de trabalho e aos alunos que tive, esses últimos que também considero colegas de profissão, afinal a sala de aula é um ambiente colaborativo, onde se ensina e aprende todos os dias.

Desejo a todos um final de ano e de semestre esplendido, cheio de REALIZAÇÕES e um ano novo cheio de AÇÕES. Um feliz Natal, bem natalino, com a benção do “aniversariante ” Jesus. 2018 é logo ali, já está bem aqui. Faça sua reflexão agora e já se programe para o que vem por aí!

CaseCrunch: O advogado “robô”

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Uma disputa bastante inusitada acabou com um sistema de inteligência artificial derrotando competidores humanos e não estou falando de partidas de xadrez – trata-se, na verdade, de um campeonato de advogados que colocou o CaseCrunch Alpha para enfrentar 100 profissionais reais da área. O resultado? Um baile da IA, que obteve uma taxa de precisão de 86,6%, enquanto que as pessoas de carne e osso chegaram a apenas 66.3%.

O CaseCrunch se tornou um sistema capaz de realizar previsões com base em informações sobre os casos e as leis locais

Os advogados e a inteligência artificial receberam informações básicas sobre centenas de casos de venda incorreta de seguro de proteção de pagamento e deveriam prever se o provedor financeiro de justiça permitiria uma reclamação. Foi nessas previsões que o CaseCrunch Alpha se saiu muito melhor que os profissionais de verdade.

De tirar dúvidas a prever

Criada por estudantes de direito de Cambridge, a plataforma funcionava inicialmente apenas como um bot de bate papo que tinha como objetivo tirar dúvidas legais de pessoas. A partir daí, o CaseCrunch se tornou um sistema capaz de realizar previsões com base em informações sobre os casos e as leis locais.

Ainda é muito para dizer se em algum dia os advogados poderão ser substituídos por máquinas, visto que o direito é um assunto sempre bastante subjetivo. Seja como for, se você for advogado, é bom ficar de olho: seu emprego pode estar com os dias contados.

Fonte: TecMundo.

Violinista acidentada há 30 anos volta a tocar graças a tecnologia brasileira

Rosemary Johnson sofreu um acidente de carro em 1988, perdendo os movimentos de seu corpo. Com isso, a violinista nunca mais tinha conseguido tocar seu instrumento favorito, mas, agora, tudo mudou graças a uma tecnologia criada por um brasileiro. Ela voltou a tocar o violino graças a sensores que acompanham o movimento de seus olhos, e também captam ondas cerebrais.

A tecnologia foi desenvolvida por Eduardo Miranda, brasileiro que atua como professor na Universidade de Plymouth, na Inglaterra. Há alguns anos, o professor se dedica a pesquisas que combinam música, computação e biologia, com o objetivo de devolver a capacidade de expressão musical a pessoas com deficiências.

Com o projeto de Miranda, a violinista, que não consegue se mover ou falar, conseguiu selecionar notas exibidas em uma tela, que foram tocadas em tempo real por uma colega sua, a também violinista Alison Balfour-Paul. Uma orquestra foi chamada para tocar a composição de Johnson, e você pode conferir a apresentação no seguinte curta produzido pela Volvo Car UK, que apoia o projeto:

“Quando vi Rosie pela primeira vez, algo estalou. É muito interessante trabalhar com ela. Uma vez que ela é uma musicista clássica, não preciso perguntá-la muitas coisas. Por meio da tecnologia, estamos quase instantaneamente trabalhando no domínio da comunicação musical”, contou o professor. “Trabalhar com ela está nos ajudando a desenvolver e formatar esta tecnologia. É uma mistura maravilhosa entre ciência e criatividade”, completou.

A tecnologia, que ainda está em desenvolvimento, é fruto de uma parceria com o Hospital Real para Deficiências Neurológicas de Londres, e já vinha sendo estudada desde 2003. “A ideia surgiu quando eu li uma notícia que cientistas estavam desenvolvendo métodos para controlar máquinas usando sinais elétricos cerebrais, chamados eletroencefalogramas. Eu achei a ideia fascinante e comecei a investigar a possibilidade de usar esse tipo de tecnologia para criar instrumentos musicais eletrônicos”, explicou o brasileiro.

Apesar de atuar na Inglaterra, Miranda pretende trazer sua tecnologia inovadora para o Brasil. Ele disse que está “em contato com algumas instituições brasileiras para ver se podemos mostrar o trabalho no Brasil no ano que vem”, mas “o trabalho não está pronto ainda para ser usado mais amplamente”. Para conseguir levar a tecnologia adiante, o professor depende da disponibilidade de colaboradores e de financiamentos. Com o caso bem sucedido de Rosemary Johnson, ele espera conseguir esse apoio.

Fonte: BBC