Alibaba usa Inteligência Artificial para detectar casos de COVID-19

Sistema de IA do Alibaba precisa de apenas 20 segundos para diagnosticar pacientes e tem taxa de acerto de 96% para COVID19

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A inteligência artificial está ajudando médicos a diagnosticar casos de covid-19 na China. O Alibaba, gigante do ecommerce, afirma ter criado um algoritmo que detecta a doença em 20 segundos, ao analisar tomografia de pacientes com pneumonia. A taxa de acerto é de 96%.

Pelo menos 100 hospitais e clínicas na China já estão usufruindo do sistema do Alibaba para diagnosticar pacientes.

A inteligência artificial do Alibaba não é a única no mercado. A Ping Am, companhia de tecnologia médica, também lançou um sistema parecido na luta contra o coronavírus. Segundo a empresa, mais de 5 mil pacientes já tiveram suas tomografias analisadas por seu sistema. A taxa de acerto, segundo a Ping Am, é de “mais de 90%”.

Fonte: Revista Época

Marco legal de Inteligência Artificial é apresentado na Câmara dos Deputados

Projeto de Lei para Marco Legal da Inteligência Artificial no Brasil propõe regras para o uso de IA e incentivos para a realização de novas pesquisas na área.

Reportagem da revista TI Inside apresenta o Projeto de Lei 21/20 (que cria o marco legal do desenvolvimento e uso da inteligência artificial – IA), que visa o poder público, por empresas, entidades diversas e pessoas físicas, foi apresentado na Câmara dos Deputados. O texto, que ainda deve ser analisado por diversas comissões, estabelece princípios, direitos, deveres e instrumentos de governança para a AI.

Entre outros pontos, a proposta estabelece que o uso da IA terá como fundamento o respeito aos direitos humanos e aos valores democráticos, a igualdade, a não discriminação, a pluralidade, a livre iniciativa e a privacidade de dados. Além disso, a IA terá como princípio a garantia de transparência sobre o seu uso e funcionamento.

Autor do projeto, o deputado Eduardo Bismarck (PDT-CE) disse que o objetivo é dotar o País de uma legislação que, ao mesmo tempo, estimule a inteligência artificial e proteja os cidadãos do mau uso dela. “Precisamos de uma edição de legislação tornando obrigatórios os princípios consagrados no âmbito internacional e disciplinando direitos e deveres”, disse.

O PL prevê a figura do agente de AI, que pode ser tanto o que desenvolve e implanta um sistema inteligente (agente de desenvolvimento), como o que opera (agente de operação). Os agentes de AI terão uma série de deveres, como responder, legalmente, pelas decisões tomadas por um sistema de inteligência artificial e assegurar que os dados utilizados respeitam a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A norma regula o tratamento de dados pessoais de clientes e usuários de empresas do setor público e privado.

Fonte: TI Inside (Leia na íntegra a matéria em https://tiinside.com.br/04/03/2020/marco-legal-de-inteligencia-artificial-e-apresentado-na-camara-dos-deputados/ )

#Profissões: tendências para 2020 e empregos do futuro

Pesquisas apontam carreiras em alta e os trabalhos que irão surgir na próxima década. Confira!

Impulsionada pelas inovações tecnológicas, as profissões têm se transformado. Novas funções estão surgindo, e o papel do executivo vem se desenhando em meio às disrupções provenientes do mundo pós-moderno.

Conforme a tecnologia propicia facilidades, outros campos de trabalho surgem, com profissões inovadoras, exigindo pessoas capacitadas para tal função. Tendo isso em vista, estudos apontam que as principais atividades para o ano de 2020 são dos setores ligados à tecnologia.

Áreas em foco

Além de saber quais os ofícios específicos tendem a ser mais valorizados, é importante conhecer as áreas que se destacam. Segundo a Fundação Instituto de Administração (FIA), os setores que entram em cena são:

Tecnologia: Essa é a mais óbvia e inegável, pois no dia a dia das organizações e da vida pessoal há cada vez mais inovações e dispositivos que trazem facilidades tanto para a área empresarial quanto para pessoal. Deste modo, as profissões associadas à programação ganham destaque, sobretudo, as que focam em linguagens relacionadas à automação, internet das coisas, inteligência artificial e machine learning.

Dados: O mesmo cenário tecnológico nos traz ao mundo da big data, em que há o crescimento de coleta e processamento de dados, contudo,  o enfoque fica também para análise estratégica de dados obtidos na tomada de decisões de uma empresa.

Compliance: O público consumidor mudou, está mais exigente e consciente do impacto socioambiental que a economia produtiva provoca no planeta. Deste modo, profissionais de compliance, área que se ocupa de garantir que a empresa cumpra as leis e regulamentações referentes à sua atuação, tem sido cada vez mais procurada.

Áreas em ascenção

A equipe Cognizant, que é uma das maiores empresas de tecnologia de informação do mundo, se baseou em macrotendências atuais em diversas áreas, como:  meio-ambiente, migração, biotecnologia e demografia para criar as possibilidades. Segundo os autores, o trabalho vai mudar no futuro, mas não irá sumir. Em sua pesquisa elencam 21 profissões, que irão ser importantes para o futuro. Abaixo destacamos algumas:

Oficial de ética de sourcing:

Este profissional investiga, acompanha e negocia acordos de bens e serviços para garantir que gastos indiretos da empresa (em energia, restos e relações sociais) estejam alinhados com os padrões de ética de seus stakeholders. Para isso é preciso ter experiência com ética em ambientes corporativos, habilidades interpessoais e de comunicação, capacidade de trabalhar em grupo. Conhecimentos de negócios, lei, gestão pública ou filosofia são diferenciais.

Detetive de dados:

Investiga mistérios em Big Data. Para atuar nesta área, basta saber sobre finanças, matemática e Data Science, mas ser um cientista de dados é necessário.

Mestre de edge computing:

Este profissional cria, mantém e protege o ambiente de edge computing. É necessário possuir doutorado em áreas relacionadas, experiência com segurança e protocolo de internet das coisas (IoT), entre outros assuntos. Capacidade de arquitetar e projetar ambiente de computação em nuvem ou edge computing.

Walker/ talker:

Profissional autônomo, como motoristas de Uber. Passa tempo com clientes idosos através de uma plataforma online para escutá-los e conversar com eles. Sua principal tarefa como walker/talker é prestar atenção. Qualquer background será considerado. É preciso ter mobilidade para visitar clientes em casa quando for necessário.

Conselheiro de compromisso de saúde:

Trabalha remotamente para oferecer coaching individual e conselhos de bem-estar e saúde para usuários de pulseiras inteligentes, que monitoram suas atividades e sinais físicos. Ter experiência com nutrição ou educação física e credenciais (obtidas em cursos online) em modalidades esportivas como CrossFit ou Yoga. Saber lidar com ambientes culturalmente diversos também é necessário.

Fontes:

GuiaCarreira
Fia
Epocanegócios
Napratica.org
cognizant.com/futureofwork

[LGPD] Os desafios da governança de dados na transformação digital

“Os profissionais de tecnologia estão mudando e, com eles, as jornadas de transformação digital corporativa também serão alteradas.”

Quando falamos de transformação digital, geralmente, o primeiro tema que surge é a inovação tecnológica trazida pela ascensão de novos dispositivos, sistemas e conceitos. A verdade, porém, é que todos os avanços que possibilitam a criação dessas novidades dependem diretamente de um ponto: os dados, que fornecem o conhecimento necessário para que os líderes e suas equipes encontrem as rotas de transformação que realmente trarão os bons resultados.

Nesse cenário, é evidente que a inteligência necessária para transformar esses dados em insights realmente valiosos também tem se transformado recorrentemente. Afinal, as empresas estão gerando um volume exponencial de informações e utilizando cada vez mais esses recursos em seus processos de tomada de decisões. Visibilidade, credibilidade e conformidade são, nesse contexto, itens fundamentais para o sucesso dessa jornada.

O estudo “CEO’s Survey 2019”, do Gartner, indica que as informações digitais estão sendo cada vez mais importantes para o desenvolvimento estratégico das operações, dando suporte específico às ações de aprimoramento de processos internos e de atendimento aos clientes. Do mesmo modo, também tem sido prioridade filtrar e consolidar os conteúdos para a definição de futuros planos de negócios, de forma a antever oportunidades e desafios do futuro.

Além disso, os profissionais e empresas estão à procura de soluções que os ajudem a evitar falhas ou problemas com o gerenciamento de dados para otimizar o uso desses ativos dentro de suas organizações. Esse é um ponto importante, pois, à medida que as companhias entendem a importância de se incluir a análise de registros como parte central de suas ações, mais importante se torna criar estruturas maduras e seguras para alavancar as reais oportunidades trazidas à tona pela digitalização dos dados. Esse cenário deverá integrar ainda mais os executivos e os profissionais de TI em busca de soluções que os ajudem a alcançar o maior valor comercial dos dados, em abrir mão dos requisitos para atender às necessidades críticas de segurança, governança e conformidade.

De fato, a não-conformidade é uma das principais preocupações atuais das companhias, sobretudo com o surgimento das novas regulamentações como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) que entrará em vigor em agosto deste ano no Brasil e alterará por completo as responsabilidades das organizações em relação aos processos de coleta, manejo e armazenamento de informações dos clientes.

Por Paulo Padrãogeneral manager da ASG Technologies para a América Latina

Leia na íntegra em: https://it4cio.com/materias/view/codigomateria/5444

Coronavírus: Uso da tecnologia na detecção de problemas

Ferramentas disruptivas têm contribuído para detectar casos suspeitos de coronavírus nos aeroportos

Cresce o uso da tecnologia em situações de conflito ou calamidades públicas. Na medida que o desenvolvimento da ciência de ponta avança, torna-se cada vez mais comum o uso de ferramentas tecnológicas no diagnóstico de problemas, na solução de crimes ou na cura de enfermidades.

Nas últimas semanas, um vírus misterioso que já atingiu diversas localidades tem preocupado as autoridades e a opinião pública. O coronavírus provocou um surto de pneumonia e foi identificado primeiro em Wuhan, na China. Autoridades do país confirmaram na última semana que a doença tem transmissão entre humanos.

Na tarde de ontem (28), o Ministério da Saúde divulgou que são três caso suspeitos do coronavírus 2019-nCoV no Brasil – um em São Leopoldo (RS), e outro em Curitiba. O governo já havia noticiado anteriormente que um caso também estava sendo investigado em Belo Horizonte (MG)

Abordagens inteligentes

Em conjunto com ações básicas, o uso da tecnologia de ponta tem sido importante para o diagnóstico de problemas. Segundo matéria publicada pela Agência Brasil EBC, os aeroportos aumentaram o processo de triagem.

As câmeras de imagens térmicas nos aeroportos, por exemplo, ajudam a monitorar a temperatura corporal dos passageiros, atuando como uma ferramenta essencial durante epidemias ou surtos de gripe.

Em 2003, em meio a um surto da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), que também teve início na China, vários aeroportos utilizaram o scanner térmico para detectar febre em passageiros. Segundo o The Guardian, os aeroportos chineses têm tomado medidas drásticas de proteção – profissionais têm checado até a tosse de passageiros.

A tecnologia utilizada na prevenção de acidentes também se configura como uma ferramenta essencial de proteção. Os desastres recentes no Brasil, envolvendo o rompimento de barragens, destacam o uso de tecnologias disruptivas na busca por pessoas desaparecidas.

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Profissões em alta para 2020 segundo LinkedIn

As 15 profissões mais promissoras de 2020, segundo o LINKEDIN

A rede social listou 15 profissionais com mais oportunidades no mercado de trabalho

No começo do mês de janeiro, o LinkedIn listou as 15 profissões emergentes de 2020, nove delas ligados à Tecnologia da Informação e da Comunicação. O resultado dessa lista baseia-se em dados de perfis públicos de usuários que tenham ocupado um ou mais cargos nos últimos cinco anos no Brasil.

Para concretizar o relatório, a rede social relacionou as profissões com mais movimentação e, então, realizou um cálculo de crescimento, que levou em consideração o número de contratações a aumento da taxa de procura. Gestor de mídias sociais aparece como o cargo mais crescente no mercado, com um aumento anual de 122% em média, considerando os anos entre 2015 e 2019. O site atenta para a profissão de motorista em 10º lugar, cujo aumento está relacionado à popularização de aplicativos.

Confira a lista a seguir:

1. Gestor de mídias sociais, crescimento médio anual de 122%;

2. Engenheiro de cibersegurança, crescimento médio anual de 115%;

3. Representante de vendas, crescimento médio anual de 109%;

4. Especialista em sucesso do cliente, crescimento médio anual de 79%;

5. Cientista de dados, crescimento médio anual de 78%;

6. Engenheiro de dados, crescimento médio anual de 75%;

7. Especialista em Inteligência Artificial, crescimento médio anual de 73%;

8. Desenvolvedor em JavaScript, crescimento médio anual de 72%;

9. Investidor Day Trader, crescimento médio anual de 69%;

10. Motorista, crescimento médio anual de 68%;

11. Consultor de investimentos, crescimento médio anual de 61%;

12. Assistente de mídias sociais, crescimento médio anual de 60%;

13. Desenvolvedor de plataforma Salesforce, crescimento médio anual de 58%;

14. Recrutador especialista em Tecnologia da Informação, crescimento médio anual de 56%;

15. Coach de metodologia Agile, crescimento médio anual de 53%.

Fonte: LinkedIn / IT4CIO

10 motivos para aprender a programar no século 21

Aprender a programar é se alfabetizar. Depois de ver esses motivos, você não vai mais querer ficar de fora disso

Não há como negar que a tecnologia agora domina uma enorme quantidade de indústrias diferentes. Ser analfabeto no computador simplesmente o cortará no mundo do trabalho em algum tempo. Aprender a codificar é a palavra de ordem no momento.

1. A codificação pode levar a trabalhos de desenvolvimento de software

A codificação é a habilidade fundamental para trabalhos com desenvolvimento de software. Atualmente há uma escassez de desenvolvedores de software em todo o mundo, então aprender a codificar pode ser um caminho fácil para um campo aberto de trabalho. No entanto, essa não é a única maneira pela qual a codificação pode abrir oportunidades de emprego.

2. Abre diversas outras oportunidades de emprego

Para startups menores, contratar alguém apenas para cuidar de programação e web design pode não ser a opção economicamente mais viável. Ter a codificação como uma vantagem para o seu arco de atividades pode ser a chave para encontrar empregos relacionados ao campo, como criação de conteúdo, marketing, relações públicas e muito mais.

3. A programação pode fazer com que sua aplicação no trabalho se destaque

Mesmo que você esteja se candidatando a uma posição que não tenha relevância direta para a programação, ela ainda é bem conhecida como uma habilidade útil. Assim, ao ter conhecimento disso, você provavelmente se posicionará automaticamente acima da competição. Além de ser uma habilidade que geralmente vale a pena na maioria dos trabalhos, ela também mostra que você é dedicado, dinâmico e autocrítico.

4. A alfabetização por programação pode ajudá-lo a entender outros aspectos da tecnologia

Conhecimento de codificação pode ajudar de outras maneiras também. Isso pode significar que você é mais rápido para aprender outros aspectos da tecnologia, além de dizer que você é mais fluente digitalmente. No atual mercado de trabalho, cada vez mais digital, isso só pode ser benéfico.

5. Isso pode te levar ao trabalho freelancer

Se você deseja se tornar freelancer ou trabalhar durante viagens, a codificação pode ser uma ótima maneira de entrar nisso. Como a programação é uma habilidade altamente valorizada no momento, muitas empresas estão dispostas a terceirizar o trabalho. Isso significa que os programadores habilidosos têm a capacidade de criar sua própria marca e cobrar uma boa taxa por isso.

6. A programação pode permitir que você desenvolva projetos que ama

A codificação é uma habilidade fantástica para você se você é do tipo que tem muitas ideias e quer começar várias coisas diferentes o tempo todo. Não ter que procurar em outro lugar por um programador economiza tempo e dinheiro, e isso significa que você pode continuar mudando e redesenhando à medida que sua ideia se desenvolve.

7. A programação pode melhorar as habilidades de resolução de problemas e lógica

Fora das implicações que parecem boas em um currículo, a codificação realmente aumenta as habilidades que são úteis para a maioria dos trabalhos. Resolução de problemas e lógica são os dois principais. Aprender a codificar é como uma sessão de exercícios para o lado esquerdo do cérebro.

8. Codificar melhora habilidades interpessoais

A programação, diferente do que muitos acreditam, para a maioria dos grandes projetos tende a ser um esforço colaborativo. Isso significa ter que trabalhar como uma engrenagem, como parte de uma equipe maior. Aprender a melhor forma de interagir com chefes e colegas de trabalho é uma habilidade essencial no trabalho, e ela pode ser desenvolvida por meio de codificação.

9. Ser um codificador habilidoso pode construir confiança

Saber que você tem uma habilidade desejável em um mercado de trabalho competitivo pode ajudá-lo a se tornar mais confiante em suas próprias habilidades. Também é um processo bastante viciante: quanto mais você aprende, mais você vai querer aprender. Sabendo que qualquer problema que possa prejudicar a maioria das pessoas é facilmente resolvido por você é capacitar.

10. Qualquer um pode fazer isso

O mito da programação para gênios já caiu a muito tempo: qualquer pessoa pode aprender a codificar. Não leva vários anos ou custa milhares de reais. Na verdade, pode ser feito on-line e no conforto da sua própria casa, e pode ser aprendido de forma flexível em torno de seus outros compromissos. Aprender a programar é se alfabetizar.

Fonte: Computer World