O Começo da série #PensandoEmDados

Vamos falar sobre DADOS?

Hoje damos início a uma série de posts e artigos sobre DADOS. Irei postar tanto aqui no blog como em minhas redes sociais. Falaremos sobre dados em todo seu contexto, de sua definição aos formatos, tipos e como são utilizados em nosso mundo atual.

Partindo do principio da ORIGEM dos dados, de suas diversas fontes que hoje dão origem como computadores, smartphones, sensores inteligentes, satélites e até os aplicativos do seu celular e os embarcados no seu carro.

Se você quer acompanhar as postagens, SIGA MEU BLOG, adicione aos seus favoritos. Me siga também nas redes sociais (Instagram, Twitter e Facebook) e vamos juntos nessa. Com a boa repercussão das postagens, poderemos criar também uma série de vídeos nessa temática em meu canal do Youtube. O que você acha? deixe seu comentário abaixo e sugestão de tópicos a serem abordados. Te vejo no futuro.

5 linguagens de programação poderosas para ‘esticar’ seu cérebro

O pessoal da Dev.to fez uma postagem boa falando sobre linguagens de programação e a prática de aprender pelo menos uma nova linguagem de programação por ano. Segue a tradução das melhores partes da matérias feita por Jacob Herrington.

O raciocínio por trás dessa prática tem muito pouco a ver com marketing de si mesmo ou mesmo usando a linguagem. Na realidade, o benefício mais significativo de aprender uma nova linguagem de programação é o alongamento da mente e a criação de novos caminhos neurais que permitem que você examine os problemas de maneiras novas e únicas. Eu compilei esta lista de linguagens principalmente porque eles são linguagens que eu estou interessado em gastar mais tempo aprendendo, mas também porque elas exemplificam características de linguagem específicas e ideologias de programação muito bem.

Ruby

Linguagem Orientada a Objetos criada pelo Dr. Alan Kay, que uma vez disse: “Programação orientada a objetos para mim significa apenas mensagens, encapsular e esconder o estado e extrema ligação de todas as coisas.” Ruby é bom nessas coisas.

Elixir

Elixir é uma linguagem que abraça uma ideia chamada Modelo de Ator, idealizada pelo Dr. Carl Hewitt. No modelo de ator, tudo é um ator. (“Tudo é um ator” soa muito como “tudo é um objeto”, mas vou deixar essas comparações com os acadêmicos). Aprender a pensar sobre os atores é um exercício mental desafiador que levará a enxergar os problemas sob uma nova luz.

Rust

Rust é uma linguagem rápida e compilada que traz algumas idéias novas para a mesa. É expressamente destinado a resolver vários problemas de segurança de memória que surgem ao escrever C ++, que é freqüentemente usado para resolver problemas similares de programação de sistemas.

TypeScript

O alongamento cerebral no TypeScript vem da abordagem incremental na qual ele pode ser adotado e seu foco na tipagem estática. Se, como eu, você vem de um plano de fundo da Web com linguagens como Python ou PHP, a tipagem estática geralmente é um conceito estranho. No entanto, o TypeScript é uma maneira amigável de se apresentar a esse recurso de linguagem útil.

Haskell

Haskell é descrito como “puramente funcional”, o que significa que o estado é inteiramente imutável nessa linguagem de programação. Aprender a trabalhar com um estado totalmente imutável força você a desenvolver uma abordagem totalmente diferente para trabalhar com dados. Trabalhar com a Haskell resultará no desenvolvimento de alguma compreensão do cálculo lambda, que é relevante para toda a programação funcional.

Em resumo, cada uma dessas linguagens tem um jeito diferente de se programar, logo, seu cérebro precisará realmente “estiver” nos conceitos de uso e te levar a estudar e evoluir. É um caminho sem volta!

E aí, conhece alguma dessas LINGUAGENS? Deixe seu comentário.

Fonte: Dev.To

Atalhos úteis no Google

Pesquisar no Google pode ser prático com essas dicas especiais

Pesquisa no Google pode ser mais prático. Aprenda alguns comandos úteis na hora de realizar uma busca otimizada no site mais famoso do mundo.

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#FarmsBeats: projeto de precisão de dados para agricultura

Cientista-chefe da Microsoft apresenta projeto de agricultura de precisão baseado em uso de #dados.

Autor: @microsoftBR

Em visita ao Brasil, @RanveerChandra, cientista-chefe de Azure Global, apresentou para alguns jornalistas e influenciadores o #FarmBeats, um projeto de agricultura de precisão baseado em uso de #dados.

O programa da Microsoft, que faz parte da iniciativa #AIforEarth, impulsiona a transformação digital dos produtores agrícolas com uso de #IA, sensores de baixo custo e drones.

“Um dos problemas que os produtores enfrentam para aplicar soluções digitais em seus negócios é a falta de conectividade no campo. Por isso desenvolvemos o #AirBand, uma tecnologia que usa TV white spaces para viabilizar conexões em áreas rurais”

Ranveer Chandra.

Chandra ainda acrescentou que a agricultura de precisão permite que “os agricultores usem seus recursos como água, terra e fertilizantes com mais sabedoria. Isso melhora a produtividade e reduz os custos, além de evitar desperdícios e de ser melhor para o meio ambiente”.

Fonte: Twitter da Microsoft Brasil

Uso excessivo de celular preocupa CEO da Apple

Mais alto executivo da fabricante do iPhone considera exagerado o tempo destinado à tela de smarphone.

Copyright: https://www.foxnews.com

Em desabafo durante entrevista ao canal americano ‘ABC’ na sexta-feira (4), Tim Cook, CEO da Apple, demonstrou preocupação com quem usa o celular de forma exagerada. 

“É melhor olharmos para a pessoa com quem estamos conversando, com quem estamos jantando”, afirmou o executivo. Cook se diz incomodado com o hábito de darmos mais atenção ao telefone do que a quem está ao nosso redor. E a inquietação de Cook não parece ser apenas retórica. 

Afinal, a Apple tem instalado em seus smartphones um recurso que permite medir o tempo de uso do aparelho e saber quantas vezes se olha para tablets, celulares ou notebooks durante um dia. 

Na entrevista, Tim Cook admite ter ficado horrorizado quando percebeu que ele próprio chegou a olhar para seu iPhone 200 vezes em um dia. Para o presidente da Apple, a facilidade de acesso a diversas informações, assim como de atividades práticas do dia (tirar fotos e ter um despertador, por exemplo) pode estar levando algumas pessoas à dependência. 

Fonte: Apple/CCM

O que é API REST (RESTFUL)?

API REST: Entenda o que é e para que serve estes recursos de desenvolvimento.

Fazer a integração de dados entre diferentes sistemas sempre foi um entrave na vida do time de desenvolvimento da TI. Diferentes tecnologias, linguagens, proteção de dados e muitos outros argumentos sempre dificultaram esta boa comunicação.

O que é uma API?

A sigla API vem do inglês e significa Application Programming Interface (
Interface de Programação de Aplicações, em português). Pires (2017) define o funcionamento de uma API objetivando “fornecer um ponto de acesso entre a aplicação e seu cliente, seja ele um usuário ou uma outra aplicação. “. Em resumo, uma aplicação intermediária entre duas aplicações (provavelmente web).

E o que é REST?

REST vem de Representational State Transfer (em português, Transferência de Estado Representacional).

Existe uma certa confusão quanto aos termos REST e RESTful. Entretanto, ambos representam os mesmo princípios. A diferença é apenas gramatical. Em outras palavras, sistemas que utilizam os princípios REST são chamados de RESTful.

  • REST: conjunto de princípios de arquitetura
  • RESTful: capacidade de determinado sistema aplicar os princípios de REST.

Referências: BeCode |Wikipedia

Jogo online em CSS Puro!

É possível criar um jogo ou alguma aplicação com as ações sendo controladas sem uma linguagem de programação em si? Eu te provo que SIM!

É possível criar um jogo ou alguma aplicação com as ações sendo controladas sem uma linguagem de programação em si? Eu te digo que SIM!

O desenvolvedor Elad Shechter provou que é sim possível. Através do simples uso de HTML e CSS ele criou um mini-jogo bem interativo. Como o HTML 5 permite você o uso de tags de maneira a simplificar a vida do desenvolvedor, juntamente com os possíveis controles de posições, formatos e tempo do CSS, a “brincadeira” fica mais fácil de acontecer.

O resultado pode ser visto na conta de Shechter no Codepen.io (clique aqui).