#FarmsBeats: projeto de precisão de dados para agricultura

Cientista-chefe da Microsoft apresenta projeto de agricultura de precisão baseado em uso de #dados.

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Autor: @microsoftBR

Em visita ao Brasil, @RanveerChandra, cientista-chefe de Azure Global, apresentou para alguns jornalistas e influenciadores o #FarmBeats, um projeto de agricultura de precisão baseado em uso de #dados.

O programa da Microsoft, que faz parte da iniciativa #AIforEarth, impulsiona a transformação digital dos produtores agrícolas com uso de #IA, sensores de baixo custo e drones.

“Um dos problemas que os produtores enfrentam para aplicar soluções digitais em seus negócios é a falta de conectividade no campo. Por isso desenvolvemos o #AirBand, uma tecnologia que usa TV white spaces para viabilizar conexões em áreas rurais”

Ranveer Chandra.

Chandra ainda acrescentou que a agricultura de precisão permite que “os agricultores usem seus recursos como água, terra e fertilizantes com mais sabedoria. Isso melhora a produtividade e reduz os custos, além de evitar desperdícios e de ser melhor para o meio ambiente”.

Fonte: Twitter da Microsoft Brasil

Uso excessivo de celular preocupa CEO da Apple

Mais alto executivo da fabricante do iPhone considera exagerado o tempo destinado à tela de smarphone.

Copyright: https://www.foxnews.com

Em desabafo durante entrevista ao canal americano ‘ABC’ na sexta-feira (4), Tim Cook, CEO da Apple, demonstrou preocupação com quem usa o celular de forma exagerada. 

“É melhor olharmos para a pessoa com quem estamos conversando, com quem estamos jantando”, afirmou o executivo. Cook se diz incomodado com o hábito de darmos mais atenção ao telefone do que a quem está ao nosso redor. E a inquietação de Cook não parece ser apenas retórica. 

Afinal, a Apple tem instalado em seus smartphones um recurso que permite medir o tempo de uso do aparelho e saber quantas vezes se olha para tablets, celulares ou notebooks durante um dia. 

Na entrevista, Tim Cook admite ter ficado horrorizado quando percebeu que ele próprio chegou a olhar para seu iPhone 200 vezes em um dia. Para o presidente da Apple, a facilidade de acesso a diversas informações, assim como de atividades práticas do dia (tirar fotos e ter um despertador, por exemplo) pode estar levando algumas pessoas à dependência. 

Fonte: Apple/CCM

O que é API REST (RESTFUL)?

API REST: Entenda o que é e para que serve estes recursos de desenvolvimento.

Fazer a integração de dados entre diferentes sistemas sempre foi um entrave na vida do time de desenvolvimento da TI. Diferentes tecnologias, linguagens, proteção de dados e muitos outros argumentos sempre dificultaram esta boa comunicação.

O que é uma API?

A sigla API vem do inglês e significa Application Programming Interface (
Interface de Programação de Aplicações, em português). Pires (2017) define o funcionamento de uma API objetivando “fornecer um ponto de acesso entre a aplicação e seu cliente, seja ele um usuário ou uma outra aplicação. “. Em resumo, uma aplicação intermediária entre duas aplicações (provavelmente web).

E o que é REST?

REST vem de Representational State Transfer (em português, Transferência de Estado Representacional).

Existe uma certa confusão quanto aos termos REST e RESTful. Entretanto, ambos representam os mesmo princípios. A diferença é apenas gramatical. Em outras palavras, sistemas que utilizam os princípios REST são chamados de RESTful.

  • REST: conjunto de princípios de arquitetura
  • RESTful: capacidade de determinado sistema aplicar os princípios de REST.

Referências: BeCode |Wikipedia

Jogo online em CSS Puro!

É possível criar um jogo ou alguma aplicação com as ações sendo controladas sem uma linguagem de programação em si? Eu te provo que SIM!

É possível criar um jogo ou alguma aplicação com as ações sendo controladas sem uma linguagem de programação em si? Eu te digo que SIM!

O desenvolvedor Elad Shechter provou que é sim possível. Através do simples uso de HTML e CSS ele criou um mini-jogo bem interativo. Como o HTML 5 permite você o uso de tags de maneira a simplificar a vida do desenvolvedor, juntamente com os possíveis controles de posições, formatos e tempo do CSS, a “brincadeira” fica mais fácil de acontecer.

O resultado pode ser visto na conta de Shechter no Codepen.io (clique aqui).

Pesquisadores descobrem milhões de registros expostos de usuários do Facebook

Foram achados cerca de 540 milhões de registros em servidores variados

Pesquisadores de segurança descobriram centenas de milhões de registros de usuários do Facebook em um servidor de armazenamento público inadvertidamente. Os dois lotes de registros de usuários foram coletados e expostos por duas empresas terceirizadas, segundo pesquisadores da empresa de segurança UpGuard, que encontraram os dados.

Na pesquisa, a empresa de mídia digital Cultura Colectiva, com sede no México, deixou mais de 540 milhões de registros – incluindo comentários, curtidas, reações, nomes de contas e muito mais – armazenados no servidor de armazenamento Amazon S3 sem uma senha, permitindo a qualquer um acessar os dados. Outro arquivo de backup em um servidor de armazenamento separado da fabricante de aplicativos At The Pool, da Califórnia, continha dados ainda mais sensíveis, incluindo informações sobre mais de 22.000 usuários, como listas de amigos, interesses, fotos, associações a grupos e check-ins de usuários

De acordo com o UpGuard, nenhuma das empresas respondeu aos pedidos para remover os dados. O Facebook entrou em contato com a Amazon para colocar os dados offline, disse um porta-voz do Facebook ao site TechCrunch.

“As políticas do Facebook proíbem o armazenamento de informações do Facebook em um banco de dados público” – disse o porta-voz. O Facebook disse que ainda não há evidências para mostrar que os dados foram mal utilizados, mas que estava sendo investigado.

Chris Vickery, diretor de pesquisa de risco cibernético da UpGuard, disse ainda: “Essas descobertas continuam a destacar os problemas que afligem as empresas que dependem da coleta de dados em massa”.

“Armazenar informações pessoais coletadas de usuários finais é uma obrigação. Quanto mais você tem, maior é a responsabilidade”
– disse Vickery.

Fonte: TechCrunch

Incluindo tecnologia no currículo de olho em competências da BNCC

Site lançado pelo CIEB traz referências para professores, escolas e redes desenvolverem habilidades digitais propostas na Base Nacional Comum Curricular

Para apoiar redes de ensino, escolas e professores que precisam incluir os temas de tecnologia e computação nos seus currículos, o CIEB (Centro de Inovação para a Educação Brasileira) lança a plataforma Currículo de Referência em Tecnologia e Computação, que traz diretrizes e orientações para desenvolver habilidades digitais propostas na BNCC (Base Nacional Comum Curricular).

Voltada para a educação infantil e o ensino fundamental, a plataforma pretende potencializar o uso de tecnologia e ampliar as reflexões sobre computação na educação básica.

Com uma série de orientações, a ferramenta mostra práticas que apoiam o desenvolvimento da 5ª Competência Geral da BNCC, que indica que os alunos precisam “compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismoe autoria na vida pessoal e coletiva”.

A plataforma organiza o currículo em três eixos: Cultura Digital, Pensamento Computacional e Tecnologia Digital. Cada um deles permite a navegação por tema de interesse e diferentes anos das etapas de ensino.

O material ainda apresenta indicações sobre níveis de maturidade das escolas e dos docentes em relação o uso de tecnologias conforme cada prática.

Para as redes de ensino, a plataforma também pode ser utilizada de diferentes formas. Elas podem trabalhar tecnologia e computação de forma transversal ou podem criar um componente curricular específico no seu currículo.

A ferramenta é gratuita e pode ser acessada em http://curriculo.cieb.net.br/.

Fonte: PorVir.org

PayPal e Dragoneer investirão milhões no MercadoLivre

Paypal investirá US $ 750 milhões já a Dragonner aproximadamente
US $ 100 milhões.

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O MercadoLibre, marketplace e serviços financeiros com sede na Argentina e com 18 países em toda a região, anunciou que o PayPal está investindo US $ 750 milhões e a VC Dragoneer outros US $ 100 milhões, como parte de uma oferta de US $ 1,8 bilhão para expandir seus negócios – especificamente expandir a funcionalidade de sua plataforma de comércio eletrônico; melhorar sua infraestrutura logística; e investir em tecnologias financeiras “que solidificam ainda mais a posição da empresa como uma provedora poderosa de soluções de tecnologia financeira e pagamentos de ponta a ponta.”

O MercadoLibre é negociado na Nasdaq e atualmente tem um valor de mercado de US $ 21,75 bilhões. O investimento é tanto financeiro quanto estratégico para o MercadoLivre e o PayPal. Depois de ter ficado fora do eBay há vários anos, o PayPal tem sido uma missão para diversificar sua base de clientes para incluir uma maior variedade de casos de uso, e parcerias para os pagamentos de energia para diferentes mercados.

Em termos do outro grande investidor sendo anunciado nesta rodada, a Dragoneer é um investidor lendário e muito experiente quando se trata de oportunidades interessantes no e-commerce. A empresa possui participações em outros mercados regionais gigantes de comércio eletrônico, como o Alibaba e o Flipkart; líderes disruptivos da ‘gig economy’ como Airbnb, Uber, DoorDash e Instacart, bem como uma infinidade de outros grandes nomes de startups como Slack e Snap. Parece que o MercadoLibre é atualmente a principal aposta não só para competir com os gostos da Amazon, mas com uma gama de pequenos players locais que também buscam explorar essa economia em rápida expansão – em outras palavras, a mesma oportunidade que a SoftBank está perseguindo. a outra extremidade do campo.

Fonte: TechCrunch