Pesquisadores descobrem milhões de registros expostos de usuários do Facebook

Foram achados cerca de 540 milhões de registros em servidores variados

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Pesquisadores de segurança descobriram centenas de milhões de registros de usuários do Facebook em um servidor de armazenamento público inadvertidamente. Os dois lotes de registros de usuários foram coletados e expostos por duas empresas terceirizadas, segundo pesquisadores da empresa de segurança UpGuard, que encontraram os dados.

Na pesquisa, a empresa de mídia digital Cultura Colectiva, com sede no México, deixou mais de 540 milhões de registros – incluindo comentários, curtidas, reações, nomes de contas e muito mais – armazenados no servidor de armazenamento Amazon S3 sem uma senha, permitindo a qualquer um acessar os dados. Outro arquivo de backup em um servidor de armazenamento separado da fabricante de aplicativos At The Pool, da Califórnia, continha dados ainda mais sensíveis, incluindo informações sobre mais de 22.000 usuários, como listas de amigos, interesses, fotos, associações a grupos e check-ins de usuários

De acordo com o UpGuard, nenhuma das empresas respondeu aos pedidos para remover os dados. O Facebook entrou em contato com a Amazon para colocar os dados offline, disse um porta-voz do Facebook ao site TechCrunch.

“As políticas do Facebook proíbem o armazenamento de informações do Facebook em um banco de dados público” – disse o porta-voz. O Facebook disse que ainda não há evidências para mostrar que os dados foram mal utilizados, mas que estava sendo investigado.

Chris Vickery, diretor de pesquisa de risco cibernético da UpGuard, disse ainda: “Essas descobertas continuam a destacar os problemas que afligem as empresas que dependem da coleta de dados em massa”.

“Armazenar informações pessoais coletadas de usuários finais é uma obrigação. Quanto mais você tem, maior é a responsabilidade”
– disse Vickery.

Fonte: TechCrunch

Incluindo tecnologia no currículo de olho em competências da BNCC

Site lançado pelo CIEB traz referências para professores, escolas e redes desenvolverem habilidades digitais propostas na Base Nacional Comum Curricular

Para apoiar redes de ensino, escolas e professores que precisam incluir os temas de tecnologia e computação nos seus currículos, o CIEB (Centro de Inovação para a Educação Brasileira) lança a plataforma Currículo de Referência em Tecnologia e Computação, que traz diretrizes e orientações para desenvolver habilidades digitais propostas na BNCC (Base Nacional Comum Curricular).

Voltada para a educação infantil e o ensino fundamental, a plataforma pretende potencializar o uso de tecnologia e ampliar as reflexões sobre computação na educação básica.

Com uma série de orientações, a ferramenta mostra práticas que apoiam o desenvolvimento da 5ª Competência Geral da BNCC, que indica que os alunos precisam “compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismoe autoria na vida pessoal e coletiva”.

A plataforma organiza o currículo em três eixos: Cultura Digital, Pensamento Computacional e Tecnologia Digital. Cada um deles permite a navegação por tema de interesse e diferentes anos das etapas de ensino.

O material ainda apresenta indicações sobre níveis de maturidade das escolas e dos docentes em relação o uso de tecnologias conforme cada prática.

Para as redes de ensino, a plataforma também pode ser utilizada de diferentes formas. Elas podem trabalhar tecnologia e computação de forma transversal ou podem criar um componente curricular específico no seu currículo.

A ferramenta é gratuita e pode ser acessada em http://curriculo.cieb.net.br/.

Fonte: PorVir.org

PayPal e Dragoneer investirão milhões no MercadoLivre

Paypal investirá US $ 750 milhões já a Dragonner aproximadamente
US $ 100 milhões.

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O MercadoLibre, marketplace e serviços financeiros com sede na Argentina e com 18 países em toda a região, anunciou que o PayPal está investindo US $ 750 milhões e a VC Dragoneer outros US $ 100 milhões, como parte de uma oferta de US $ 1,8 bilhão para expandir seus negócios – especificamente expandir a funcionalidade de sua plataforma de comércio eletrônico; melhorar sua infraestrutura logística; e investir em tecnologias financeiras “que solidificam ainda mais a posição da empresa como uma provedora poderosa de soluções de tecnologia financeira e pagamentos de ponta a ponta.”

O MercadoLibre é negociado na Nasdaq e atualmente tem um valor de mercado de US $ 21,75 bilhões. O investimento é tanto financeiro quanto estratégico para o MercadoLivre e o PayPal. Depois de ter ficado fora do eBay há vários anos, o PayPal tem sido uma missão para diversificar sua base de clientes para incluir uma maior variedade de casos de uso, e parcerias para os pagamentos de energia para diferentes mercados.

Em termos do outro grande investidor sendo anunciado nesta rodada, a Dragoneer é um investidor lendário e muito experiente quando se trata de oportunidades interessantes no e-commerce. A empresa possui participações em outros mercados regionais gigantes de comércio eletrônico, como o Alibaba e o Flipkart; líderes disruptivos da ‘gig economy’ como Airbnb, Uber, DoorDash e Instacart, bem como uma infinidade de outros grandes nomes de startups como Slack e Snap. Parece que o MercadoLibre é atualmente a principal aposta não só para competir com os gostos da Amazon, mas com uma gama de pequenos players locais que também buscam explorar essa economia em rápida expansão – em outras palavras, a mesma oportunidade que a SoftBank está perseguindo. a outra extremidade do campo.

Fonte: TechCrunch

Dica de cursos para Programação – parte 1

Olá, meus caros.

Tenho consumido alguns cursos online e volta e meia sempre me pedem dicas. Algumas escolas online ofertam cursos gratuitos e outros pagos por um preço justo. Para quem é da área de TI, oportunidades não faltam.

UDEMY

Volta e meia com ofertas de cursos a um preço baixo, a UDEMY se destaca neste segmento de cursos online. Alguns cursos gratuitos são bem interessantes, apesar de não oferecerem certificado. Destaco um que fiz e tenho indicado para a equipe de Desenvolvedores que chefio como o Git e Github para iniciantes (para quem está começando e como curso gratuito é de bom tamanho). Outro que fiz e também indico é o Python 3 na web com Django (básico e intermediário). Além de outros a um preço acessível, afinal tem de tudo ali na Udemy. Nem todos os cursos mantém a mesma qualidade, então é bom você analisar a experiência do instrutor e as avaliações de quem já fez o curso.

School of Net

Cursos gratuitos e pagos também nesta linha é o School of Net. Boas opções com cursos de PHP, Python, Banco de dados, Node e afins. Uma boa opção a custo baixo ou zero. Você pode fazer os cursos de maneira gratuita ou ser um assinante do site.

Em breve mais dicas

Acabou! Chegou ao fim o google+…

Isso mesmo, meus amigos, acabou! Talvez  você sequer utilizou na vida ou nem sabia da existência desta aplicação. Mas, em 2011, a Google lançava uma nova tentativa de rede social, uma vez que o Orkut estava à beira de desaparecer…

fim google+

Hoje pela manhã recebi um e-mail confirmando que a partir de 04/02/2019 não se cria mais perfis nem páginas ali. Ou seja, será desativada. A partir de abril de 2019 serão excluídas as contas juntamente com fotos, vídeos e demais postagens contidas ali.

“Você chegou a usar esta rede social?”

Acredito que no Brasil esta rede nunca foi efetivamente utilizada pela maior parte da população, ou seja, mais um projeto irá para o túmulo sem ter tido relevância para a vida digital mundial.

#RIPGoogle+

‘Inteligência artificial vai criar mais empregos’, diz especialista

Uma das questões mais debatidas atualmente é como as novas tecnologias, incluindo a robótica e a inteligência artificial, poderão impactar no mercado de trabalho e nas relações profissionais.

Especialista conta que o trabalho da máquina não irá substituir o homem — Foto: Lukas/Unplash

Autor do best-seller A Guerra das Inteligências, o francês Laurent Alexandre explica que esse não é um fenômeno novo. E mostra porque a sociedade não precisa temer a evolução tecnológica.

“Eu não acredito na morte do trabalho. Você sabe que os imperadores romanos tinham medo que as máquinas destruíssem o trabalho em Roma há dois mil anos. É um medo que sempre tivemos porque as pessoas veem a destruição dos postos de trabalho, mas não veem as profissões do futuro”.

“Ninguém na época do Napoleão poderia imaginar que haveria os aviões e microprocessadores. Eu não sou otimista, eu sou realista. A tecnologia vai criar oportunidades extraordinárias para as gerações que virão.”

A principal diferença agora está na natureza das mudanças. Segundo o coordenador do mestrado em ciências digitais da SciencePo, em Paris, Benoît Thieulin, até hoje sempre que havia transformações profundas elas atingiam a parte baixa da pirâmide, onde estão os trabalhadores menos qualificados, enquanto a onda da digitalização e da robótica afetará o alto escalão.

“Então haverá um reposicionamento, sobretudo nos trabalhos qualificados, daquilo que poderá ser feito pelas máquinas, e a parte humana, de responsabilidade, que continuará sendo feita por pessoas.”

“A primeira onda de robotização dos anos 1970 e 1980 atingiu inicialmente os operários. E esse movimento continua, especialmente no mundo industrial, pois ainda não temos empregados domésticos robôs, mesmo que isso venha a acontecer no futuro, muito provavelmente. Mas a nova onda, atualmente, que é essa da inteligência artificial, atinge os chamados empregos de colarinho branco. As enfermeiras estão menos ameaçadas, por exemplo, do que os médicos. São as profissões de análise que podem ser automatizadas. Entre um radiologista e um computador, que terá acesso a milhares de imagens para poder comparar um osso a milhares de outros, é evidente que a análise digital será incomparável com aquilo que o radiologista poderá fazer unicamente com os olhos e o cérebro”.

Fonte: RFI/BR

China deve liderar pesquisas globais em IA, diz ex-diretor da Google

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Embora os EUA historicamente tenham liderado pesquisas relacionadas à inteligência artificial, esse cenário pode apresentar no momento um ponto de inflexão. De acordo com o ex-diretor da extinta Google China, o investidor em capital de risco Kai-Fu Lee, a China tem apresentado cada vez mais protagonismo em pesquisas de IA, devendo mesmo ultrapassar o concorrente ocidental em breve.

“As pessoas assumem que os EUA dominam a inteligência artificial unicamente porque são fortes nessa linha de pesquisas”, disse Lee, que é também fundador do fundo binacional (EUA e China) de investimentos em capital de risco Sinovation. “Na verdade, a China tem ganhado terreno rapidamente”, acrescentou ele em evento conduzido pelo site TechCrunch.

Segundo o investidor, a China representa atualmente o maior mercado para a inteligência artificial, mantendo também a maior base de dados para análise e desenvolvimento de novas soluções – desde projetos voltados para negócios mais tradicionais até apostas em visão computacional, reconhecimento de fala e drones. “A maior parte das companhias de maior relevância atual nessas linhas são chinesas.”

Fonte/Matéria completa em: https://canaltech.com.br/robotica/china-deve-liderar-pesquisas-globais-em-ia-diz-ex-diretor-da-google-122044/