Novas regras de graduação EaD no Brasil: Vantagem ou não?

O Diário Oficial da União (DOU) publicou uma portaria que define novas regras para aumentar a oferta de cursos de graduação e pós-graduação à distância. Desde que o decreto havia sido aprovado pelo Ministério da Educação (MEC), o debate se tornou cada vez mais tórrido entre os especialistas. A regulamentação permite que Instituições de Ensino Superior (IES) criem cursos de Educação a Distância (EaD), além de oferecer, exclusivamente, cursos a distância sem a oferta simultânea de cursos presenciais.

Especialistas afirmam ser uma boa iniciativa, afinal isso aumentará o acesso de muitos ao ensino superior. Para o mercado, teoricamente, a mão de obra estará mais qualificada e com isso vários postos de trabalho podem surgir ou vir a ser preenchido, cujos não são preenchidos hoje pela falta de qualificação de profissionais.

Como professor, vejo pouca diferença nas duas modalidades. Minha opinião é a de que um ALUNO só aprende se quiser e se doar para aquilo. Isso serve para tudo na vida. Quando não há tempo ou dedicação, seja com aulas presenciais diárias ou apenas virtualmente, o aluno tende a desistir ou achar difícil demais compreender os assuntos.

Seja EaD ou PRESENCIAL, o que vai tornar proveitoso o estudo será o empenho e a vontade do aluno em realmente querer ser um bom profissional naquilo que escolher se formar. A chance de termos um conteúdo mais qualificado em face de não precisar de material impresso e grandes estruturas físicas, torna vantajosa a aula à distância. Porém, alguns cursos continuação a precisar da “presença” do aluno, o famoso “colocar a mão na massa”.

Com bom senso isso dá certo. Espero agora o MEC ter o mesmo entendimento quanto aos MESTRADOS e DOUTORADOS, quase inalcançáveis para quem já está no mercado de trabalho. Porque não aulas à distância também e apenas avaliações e defesa de teses presenciais? Seria menos custoso e talvez até mais proveitoso aos aspirantes as pós Stricto Sensu.

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Incubadora Tecnológica do IFPB apresenta projeto em feira Internacional

A Incutes, Incubadora Tecnológica de Empreendimentos Solidários do IFPB, participou no período de 20 a 22 de outubro em Montevidéu, no Uruguai, do 2º Encontro Regional Latino-Americano: La economia dos/as trajadores/as, realizado por diversas Empresas Recuperadas dos Trabalhadores da América do Sul e Instituições Acadêmicas.

A Incutes foi representada pela assistente social Maria José Teixeira Batista Filha e pela Técnica em Assuntos Educacionais, Valéria Maria Gomes Guimarães, lotadas na Pró-Reitoria de Extensão e Cultura- PROEXC.

Leia mais em http://www.ifpb.edu.br/noticias/2016/10/incutes-do-ifpb-participa-de-evento-em-montevideu

EAD: E o professor, onde fica?

Cheguei a algumas indagações estudando a respeito dos cursos à distancias, também conhecidos como EAD. Vemos muito a respeito da “Nova Educação”, “Nova Escola” e etc. Ainda mais hoje, com o avanço da Educação à distância (EaD) e a utilização da tecnologia na forma de educar, tornando as salas de aula em um mundo completamente novo e interativo, despertando pessoas de todas as idades a aprenderem coisas novas, línguas e conhecimentos que antes não estavam tão a disposição.

ead

Lembro-me do meu segundo grau (hoje ensino médio), onde poucos recursos virtuais eram utilizados. Vivi na época em que as enciclopédias de papel estavam se atualizando para CDs e informações digitais, mas a internet ainda engatinhava. Era para poucos ter uma boa conexão em casa, a disposição 24 horas, então um bom conteúdo ainda era raríssimo.

Hoje a internet popularizou um método de ensino antigo, utilizado no Brasil desde 1900 mais ou menos, com estudos pelo rádio ou correios. Quem não se lembra das revistinhas  da IUB (Instituto Universal Brasileiro), que hoje já se modernizou e virou conteúdo virtual? Quem não se lembra é porque já nasceu em um mundo “online”, onde tudo e todos estão a disposição quase a todo momento. Continue Lendo “EAD: E o professor, onde fica?”