Pesquisadores descobrem milhões de registros expostos de usuários do Facebook

Foram achados cerca de 540 milhões de registros em servidores variados

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Pesquisadores de segurança descobriram centenas de milhões de registros de usuários do Facebook em um servidor de armazenamento público inadvertidamente. Os dois lotes de registros de usuários foram coletados e expostos por duas empresas terceirizadas, segundo pesquisadores da empresa de segurança UpGuard, que encontraram os dados.

Na pesquisa, a empresa de mídia digital Cultura Colectiva, com sede no México, deixou mais de 540 milhões de registros – incluindo comentários, curtidas, reações, nomes de contas e muito mais – armazenados no servidor de armazenamento Amazon S3 sem uma senha, permitindo a qualquer um acessar os dados. Outro arquivo de backup em um servidor de armazenamento separado da fabricante de aplicativos At The Pool, da Califórnia, continha dados ainda mais sensíveis, incluindo informações sobre mais de 22.000 usuários, como listas de amigos, interesses, fotos, associações a grupos e check-ins de usuários

De acordo com o UpGuard, nenhuma das empresas respondeu aos pedidos para remover os dados. O Facebook entrou em contato com a Amazon para colocar os dados offline, disse um porta-voz do Facebook ao site TechCrunch.

“As políticas do Facebook proíbem o armazenamento de informações do Facebook em um banco de dados público” – disse o porta-voz. O Facebook disse que ainda não há evidências para mostrar que os dados foram mal utilizados, mas que estava sendo investigado.

Chris Vickery, diretor de pesquisa de risco cibernético da UpGuard, disse ainda: “Essas descobertas continuam a destacar os problemas que afligem as empresas que dependem da coleta de dados em massa”.

“Armazenar informações pessoais coletadas de usuários finais é uma obrigação. Quanto mais você tem, maior é a responsabilidade”
– disse Vickery.

Fonte: TechCrunch

‘Inteligência artificial vai criar mais empregos’, diz especialista

Uma das questões mais debatidas atualmente é como as novas tecnologias, incluindo a robótica e a inteligência artificial, poderão impactar no mercado de trabalho e nas relações profissionais.

Especialista conta que o trabalho da máquina não irá substituir o homem — Foto: Lukas/Unplash

Autor do best-seller A Guerra das Inteligências, o francês Laurent Alexandre explica que esse não é um fenômeno novo. E mostra porque a sociedade não precisa temer a evolução tecnológica.

“Eu não acredito na morte do trabalho. Você sabe que os imperadores romanos tinham medo que as máquinas destruíssem o trabalho em Roma há dois mil anos. É um medo que sempre tivemos porque as pessoas veem a destruição dos postos de trabalho, mas não veem as profissões do futuro”.

“Ninguém na época do Napoleão poderia imaginar que haveria os aviões e microprocessadores. Eu não sou otimista, eu sou realista. A tecnologia vai criar oportunidades extraordinárias para as gerações que virão.”

A principal diferença agora está na natureza das mudanças. Segundo o coordenador do mestrado em ciências digitais da SciencePo, em Paris, Benoît Thieulin, até hoje sempre que havia transformações profundas elas atingiam a parte baixa da pirâmide, onde estão os trabalhadores menos qualificados, enquanto a onda da digitalização e da robótica afetará o alto escalão.

“Então haverá um reposicionamento, sobretudo nos trabalhos qualificados, daquilo que poderá ser feito pelas máquinas, e a parte humana, de responsabilidade, que continuará sendo feita por pessoas.”

“A primeira onda de robotização dos anos 1970 e 1980 atingiu inicialmente os operários. E esse movimento continua, especialmente no mundo industrial, pois ainda não temos empregados domésticos robôs, mesmo que isso venha a acontecer no futuro, muito provavelmente. Mas a nova onda, atualmente, que é essa da inteligência artificial, atinge os chamados empregos de colarinho branco. As enfermeiras estão menos ameaçadas, por exemplo, do que os médicos. São as profissões de análise que podem ser automatizadas. Entre um radiologista e um computador, que terá acesso a milhares de imagens para poder comparar um osso a milhares de outros, é evidente que a análise digital será incomparável com aquilo que o radiologista poderá fazer unicamente com os olhos e o cérebro”.

Fonte: RFI/BR

Facebook apresenta novas ferramentas para grupos

Nesta quinta-feira (22), o Facebook promoveu, em Chicago (EUA), um encontro chamado “Facebook Communities Summit”. Unindo as comunidades presentes na rede social, o evento foi marcado pela apresentação da nova missão da plataforma e das novas ferramentas que visam ajudar a exansão e o gerenciamento de grupos. Liderando o encontro, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou as bases para o trabalho da companhia ao longo dos próximos dez anos: “Dar às pessoas o poder de criar comunidades e aproximar o mundo”, explicou.

Entre as novidades apresentadas durante o evento estão recursos como Insights de Grupo, em que os administradores terão acesso às métricas em tempo real sobre os integrantes, engajamento e crescimento; Filtro para Pedidos de Associação, para que os administradores ordenem e filtrem os pedidos de participação por categorias; Remoção de Membros, permitindo que os administradores removam um usuário e todo o conteúdo publicado por ele no grupo; Publicações Agendadas, dando autonomia para que os moderadores agendem publicações criadas; e Recomendações de Grupos, dando a possibilidade para que os administradores recomendem aos membros de seu próprio grupo outros grupos similares.

Visando a aproximação das comunidades, o encontro teve a presença dos grupos “Lady Bikers of California” (grupo de mulheres que andam de moto), “Affected by Addiction Support Group” (comunidade oara adictos) e “Bethel Original Free Will Baptist Church” (grupo que reúne pastores). A ideia de Zuckerberg é continuar promovendo o evento em diferentes regiões.

Matéria completa em Canaltech.com.br

Site Grátis! Projeto @social

Pessoal. Durante esse fim de ano quero colocar um pouco do meu tempo para ajudar alguma instituição filantrópica, ONG ou Igreja que faça alguma ação social e precise de um site ou página/perfil em redes sociais.

Se você conhece alguma, compartilhe essa imagem ou indique meu e-mail para contato.

Redes sociais: Até que ponto é saudável?

Vivemos dias em que é impensável vivermos fora das “redes sociais“. E olha que elas são muitas. Facebook, Twitter, Youtube, Google+ e até o findado Orkut são exemplo de sites onde o que importa é a opinião de terceiros, mas nem tanto.

Com a popularização da conexão com a internet, novos serviços surgem a todo momento. Nos primórdios das conexões, no começo dos anos 90, tínhamos um acesso de velocidade limitada pela tecnologia da época. Éramos limitados em conexões apenas fixas, onde o telefone fixo era de uso obrigatório. Hoje com as conexões móveis, seja em redes WI-FI (sem fio) ou por 3/4 G(conexões via rede móvel – celular), temos um poder maior de alcance, podemos “estar” em vários lugares ao mesmo tempo, mesmo que de forma apenas virtual. Continue Lendo “Redes sociais: Até que ponto é saudável?”

Modelo de trabalhos – mídia impressa e digital

Olá for all!

Como trabalho final, passei a meus alunos dicas de como montar a identidade visual de uma empresa, em uma campanha de divulgação de produtos e/ou serviços. Postarei aqui, alguns exemplos de panfletos e banners, em formato para web e impressão, para que sigam e entendam como montar estes trabalhos.

Panfleto formato padrão

Modelos de banner para web

 

Modelo de banner impresso

Modelo capa da rede social FACEBOOK

Modelo Backgroud (fundo) para rede social TWITTER