#PensandoEmDados [1] – Origem dos dados

A série de postagens #PensandoEmDados é uma discussão sobre a importância e de como tem se trabalhado com os dados nos dias atuais

A origem dos dados

Toda informação é gerada através deles, os dados. Dados podem ser definidos como

“observações documentadas ou resultados da medição. A disponibilidade dos dados oferece oportunidades para a obtenção de informações.”

[Pinheiro, 2011].

Ou seja, dados são na verdade a apuração de fatos, itens isolados que, ao se juntar e dar sentido ao mesmo, nos gera informação sobre algum assunto. A tríade formada por Dados, Informação e Conhecimento fornecem a nós seres humanos a compreensão e nos dá utilidade aos dados gerados no dia a dia.

A informação é formada a partir dos dados obtidos de diversas fontes (ou de uma única também), de forma a dar sentido aos dados. A informação então é a compreensão dos dados de maneira que permite melhor entender um assunto. Um exemplo é quando vemos dois números: 1 e 2. Quando os vemos em uma operação matemática, geramos uma informação: 1 + 2 = 3. Logo, os dados dentro de um contexto nos geram INFORMAÇÃO.

Já o CONHECIMENTO vem das várias informações obtidas ao longo de um tempo. Em uma empresa, por exemplo, conforme se obtém dados dos clientes, é gerado um perfil do mesmo (informação) que, ao longo de um tempo, gera conhecimento aos gestores sobre aquela pessoa. E, com a junção das informações de vários clientes, o conhecimento sobre o perfil médio de clientes pode ser gerado e com isso agregar valor ao negócio.

De onde vem os dados?

Existem diversos tipos de dados. Eles podem ser obtidos de diversas formas. Com a pluralidade de fontes e conexões que temos hoje, os dados vem de diversos dispositivos diferentes. Smartphones, computadores, sistemas, sensores e muito mais fontes distintas, tornando cada dado único e gerando o que chamamos de Big Data, um volume grande de dados reunidos.

Os dados são gerados quando digitamos uma busca no Google, ao postar uma nova foto/texto/vídeo nas redes sociais, quando “batemos” ponto eletrônico no trabalho, quando usamos cartão como passagem de transporte coletivo, ao definir rota em aplicativos como Waze ou Google Maps e etc.

Tudo que fazemos gera dado, aonde quer que formos, estaremos gerando e consumindo os mesmos. Somos a fonte dos próprios dados e geramos o volumoso aglomerado de dados chamado de BIG DATA.

No próximo post falaremos melhor do conceito de Big data. Até lá.

Fim de ano letivo!

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Chega ao fim mais um ano, mais um semestre letivo. Chegou a hora de fazer uma auto-retrospectiva, analisar os pontos positivos e negativos. Você já parou para pensar como a vida corre? Esses dias o “FELIZ ANO NOVO” era para a chegada de 2017, e agora… lá se vai o ano.

Ao fechar mais um ciclo, é a hora de refletir se o ano teve saldo positivo ou negativo. Ou, pior ainda, se você se manteve na mesma. As vezes é melhor negativar, dar um passo atrás para, quem sabe, evoluir.

Algumas considerações minhas sobre este ano? Este ano pude crescer profissionalmente. Consegui escrever mais, produzi uma série de vídeos para o Youtube sobre Excel. Publiquei artigos, palestrei para pequenos grupos e consegui compartilhar conhecimento com o maior número de alunos até hoje (meu “recorde” pessoal rsrs). Emplaquei como supervisor técnico e consultor para equipes de estagiários em desenvolvimento de sistemas, pude com tudo isso ver a evolução e a formação de futuros profissionais das mais diversas áreas.

Isso é o que encanta em minha profissão, a chance de você ver profissionais se formarem e com sua pequena contribuição, pequena porém importante. Afinal, enquanto estive em minha graduação, sempre contei com o apoio de professores. Tive a “sorte” de ter professores muito dedicados e capazes no que faziam, pelo menos em sua maioria.

Com tudo isso, até aí, o saldo no ano foi positivo. A soma foi boa, as experiências trocadas foram de certo modo revigorantes. Pude tentar mais, ousar, arriscar a entrada no Mestrado (que deverá ficar para o próximo ano). A vida é assim, alguns sonhos são plantados para serem colhidos bem depois.

De modo geral só tenho a agradecer aos meus “chefes”, empregadores, colegas de trabalho e aos alunos que tive, esses últimos que também considero colegas de profissão, afinal a sala de aula é um ambiente colaborativo, onde se ensina e aprende todos os dias.

Desejo a todos um final de ano e de semestre esplendido, cheio de REALIZAÇÕES e um ano novo cheio de AÇÕES. Um feliz Natal, bem natalino, com a benção do “aniversariante ” Jesus. 2018 é logo ali, já está bem aqui. Faça sua reflexão agora e já se programe para o que vem por aí!