Como Será o Trabalho do Futuro?

O texto publicado originalmente no blog da DSA nos traz uma reflexão sobre o futuro das profissões, em especial a do Cientista de dados. Os últimos anos foram intensos para a Ciência de Dados e com base em tudo que vivemos até aqui é possível traçar um panorama sobre a Ciência de Dados nos próximos anos! Como Será o Trabalho do Cientista de Dados no Futuro?

O Que Vivemos Até Aqui?

Nos últimos 10 anos vimos uma verdadeira explosão na geração e utilização de dados. Com a presença de mais de metade da população do planeta na internet, a geração de dados cresceu de forma exponencial, surgindo assim o famoso termo Big Data, dados gerados em alto volume, alta variedade e alta velocidade. Percebeu-se que ao analisar essa montanha de dados, era possível coletar insights e fazer previsões com nível de precisão cada vez maior e dessa forma, a Ciência de Dados, impulsionada por Machine Learning e Inteligência Artificial, deu um salto e ganhou o mundo, promovendo o surgimento de diversas carreiras, tais como Cientista de Dados, Engenheiro de Dados, Engenheiro de Machine Learning, Engenheiro de IA, entre outras. As empresas iniciaram a corrida pelos dados e pelos profissionais capazes de extrair desse tesouro todo o valor que eles oferecem. Os dados se transformaram no novo petróleo fazendo com que as empresas adotassem uma cultura data-driven (orientada a dados).

E O Futuro? O Que nos Reserva?

Tudo que vimos até aqui ainda é considerado a ponta do iceberg. Muitos acreditam que ainda estamos na infância do Big Data e quando a Internet das Coisas (IoT) se tornar realidade, veremos um salto ainda maior na geração de dados e consequentemente um salto na necessidade de profissionais qualificados.

Algoritmos de Ciência de Dados cada vez mais complexos continuarão incluídos em pacotes e tecnologias que facilitam a implantação em ordens de magnitude. Considere como é a experiência de treinamento e implantação (em escala) de um algoritmo de Machine Learning hoje em comparação com dez anos atrás – suas ordens de magnitude são mais rápidas de aplicar, podem ser feitas com um maior grau de qualidade e com menos conhecimento técnico e estatístico. Essa é uma tendência comum em muitas áreas da Ciência de Dados.

A grande maioria das empresas ainda não descobriu os benefícios da adoção de Machine Learning, IA e técnicas relacionadas de maneiras que influenciam seus negócios. Mas à medida que a tecnologia evolui e se populariza, mais e mais empresas adotarão a Ciência de Dados como parte de suas estratégias. Não é difícil prever isso. Basta observar o uso da internet 10 anos atrás e hoje. Toda média e grande empresa e órgãos públicos tem algum tipo de estratégia que envolva a internet e o mesmo vai ocorrer com Data Science nos próximos anos. É inevitável.

omo Será o Trabalho do Cientista de Dados no Futuro?

Listamos 10 fatores que ajudam a explicar Como Será o Trabalho do Cientista de Dados no Futuro. Confira:

1- Por que os Cientistas de Dados serão inevitáveis no futuro?

Antes de discutirmos a resposta, vamos entender por que os Cientistas de Dados hoje em dia desfrutam de uma demanda tão grande no mercado. A resposta curta e simples é que, na última década, houve uma enorme explosão na quantidade de dados gerados e retidos pelas organizações, bem como pelas pessoas comuns.

Quase todas as empresas ou negócios hoje dependem fortemente de dados, dando origem a uma enorme demanda por Cientistas de Dados qualificados, além de outras funções relacionadas, principalmente de Engenheiro de Dados. E com mais e mais dados sendo capturados em todo o mundo, a demanda por conhecimento para extrair informações valiosas e acionáveis desses dados só aumentará. Investir em uma carreira em Ciência de Dados é uma decisão bastante inteligente.

E não apenas o Cientista de Dados tem um crescimento vertiginoso na demanda, mas diversas outras carreiras necessárias para compor uma equipe de Data Science…

Leia o restante na ÍNTEGRA no blog da Data Science Academy

Professores brasileiros realizam chamada por reconhecimento facial

Aplicativo com inteligência artificial usado como chamada foi criado em laboratório do IFES

Reconhecimento facial em escolas

Professores do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) estão usando um novo método para realizar as chamadas dos alunos. Por meio do aplicativo IAmHere, que utiliza inteligência artificial, eles realizam as chamadas em sala de aula usando reconhecimento facial. A tecnologia assegura o controle de presença com mais rigidez e reduz o tempo para verificar quais alunos assistiram à aula.

aplicativo foi desenvolvido pelo Laboratório de Extensão em Desenvolvimento de Soluções (Leds) do Ifes, Campus Serra. Ele foi pensado por professores do próprio laboratório e desenvolvido por quatro alunos do curso de graduação em Sistemas de Informação e do curso técnico em Informática. O app está em uso no instituto desde abril deste ano. 

Como funciona? 

O cadastro dos alunos pode ser feito tanto com uma foto coletiva quanto individual. Alunos e professores podem cadastrá-las no aplicativo, que requer apenas o nome e o número de matrícula do estudante. A partir das fotos que são inseridas, o sistema é treinado para reconhecer as faces dos jovens.

Durante as chamadas, os professores abrem o aplicativo e pedem para os alunos olharem para a câmera de seu celular. Ao tirar uma foto da turma, o app identifica a face dos alunos presentes e as compara com as imagens cadastradas no sistema. Após confirmar a presença, os estudantes recebem uma notificação em seus telefones que ratificam o registro do comparecimento. 

FONTE: Olhar Digital/A Gazeta

A revolução 4.0

A quarta revolução industrial, também chamada de Industria 4.0, é a forma como tratamos a nova forma de se trabalhar com as tecnologias emergentes. Termos como Inteligência Artificial e Robótica não são novos, mas é fato que juntando isso a Internet das Coisas, veículos autônomos, o uso da tecnologia ligado a saúde e meio ambiente, tornaram o contexto totalmente novo.

A indústria sempre ditou a tendência da sociedade, onde as ofertas buscavam atender as demandas crescentes na medida em que surgiam. Hoje, porém, tem sido cada vez mais difícil acompanhar a demanda de uma sociedade mais inquieta e que se transforma a cada 2 anos em média. O que antes demorava décadas ou pelo menos anos para se transformar, hoje em questão de meses já deixou de ser útil.

Com a nova “revolução das máquinas“, precisaremos de pessoas cada vez mais capacitadas, pois as necessidades aumentarão e mudarão. O que antes era prioridade, com trabalho braçal e grande esforço físico, passará aos poucos a ser mais intelectual, onde as máquinas farão o trabalho pesado e os humanos terão apenas que aprender a controlar e fazer a gestão do processo.

Com isso, a tendência é de que a cada dia surjam novos postos de trabalho, enquanto alguns outros devem sumir. Cursos universitários irão desaparecer, outros se transformarão, e no final teremos uma verdadeira revolução SOCIAL.

Você está preparado? Sua profissão está de alguma maneira se ajustando para essa nova realidade? Se não tiver certeza, aconselho a buscar por atualizações e sempre se motivar a experimentar o NOVO.

#FarmsBeats: projeto de precisão de dados para agricultura

Cientista-chefe da Microsoft apresenta projeto de agricultura de precisão baseado em uso de #dados.

Autor: @microsoftBR

Em visita ao Brasil, @RanveerChandra, cientista-chefe de Azure Global, apresentou para alguns jornalistas e influenciadores o #FarmBeats, um projeto de agricultura de precisão baseado em uso de #dados.

O programa da Microsoft, que faz parte da iniciativa #AIforEarth, impulsiona a transformação digital dos produtores agrícolas com uso de #IA, sensores de baixo custo e drones.

“Um dos problemas que os produtores enfrentam para aplicar soluções digitais em seus negócios é a falta de conectividade no campo. Por isso desenvolvemos o #AirBand, uma tecnologia que usa TV white spaces para viabilizar conexões em áreas rurais”

Ranveer Chandra.

Chandra ainda acrescentou que a agricultura de precisão permite que “os agricultores usem seus recursos como água, terra e fertilizantes com mais sabedoria. Isso melhora a produtividade e reduz os custos, além de evitar desperdícios e de ser melhor para o meio ambiente”.

Fonte: Twitter da Microsoft Brasil

‘Inteligência artificial vai criar mais empregos’, diz especialista

Uma das questões mais debatidas atualmente é como as novas tecnologias, incluindo a robótica e a inteligência artificial, poderão impactar no mercado de trabalho e nas relações profissionais.

Especialista conta que o trabalho da máquina não irá substituir o homem — Foto: Lukas/Unplash

Autor do best-seller A Guerra das Inteligências, o francês Laurent Alexandre explica que esse não é um fenômeno novo. E mostra porque a sociedade não precisa temer a evolução tecnológica.

“Eu não acredito na morte do trabalho. Você sabe que os imperadores romanos tinham medo que as máquinas destruíssem o trabalho em Roma há dois mil anos. É um medo que sempre tivemos porque as pessoas veem a destruição dos postos de trabalho, mas não veem as profissões do futuro”.

“Ninguém na época do Napoleão poderia imaginar que haveria os aviões e microprocessadores. Eu não sou otimista, eu sou realista. A tecnologia vai criar oportunidades extraordinárias para as gerações que virão.”

A principal diferença agora está na natureza das mudanças. Segundo o coordenador do mestrado em ciências digitais da SciencePo, em Paris, Benoît Thieulin, até hoje sempre que havia transformações profundas elas atingiam a parte baixa da pirâmide, onde estão os trabalhadores menos qualificados, enquanto a onda da digitalização e da robótica afetará o alto escalão.

“Então haverá um reposicionamento, sobretudo nos trabalhos qualificados, daquilo que poderá ser feito pelas máquinas, e a parte humana, de responsabilidade, que continuará sendo feita por pessoas.”

“A primeira onda de robotização dos anos 1970 e 1980 atingiu inicialmente os operários. E esse movimento continua, especialmente no mundo industrial, pois ainda não temos empregados domésticos robôs, mesmo que isso venha a acontecer no futuro, muito provavelmente. Mas a nova onda, atualmente, que é essa da inteligência artificial, atinge os chamados empregos de colarinho branco. As enfermeiras estão menos ameaçadas, por exemplo, do que os médicos. São as profissões de análise que podem ser automatizadas. Entre um radiologista e um computador, que terá acesso a milhares de imagens para poder comparar um osso a milhares de outros, é evidente que a análise digital será incomparável com aquilo que o radiologista poderá fazer unicamente com os olhos e o cérebro”.

Fonte: RFI/BR

China deve liderar pesquisas globais em IA, diz ex-diretor da Google

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Embora os EUA historicamente tenham liderado pesquisas relacionadas à inteligência artificial, esse cenário pode apresentar no momento um ponto de inflexão. De acordo com o ex-diretor da extinta Google China, o investidor em capital de risco Kai-Fu Lee, a China tem apresentado cada vez mais protagonismo em pesquisas de IA, devendo mesmo ultrapassar o concorrente ocidental em breve.

“As pessoas assumem que os EUA dominam a inteligência artificial unicamente porque são fortes nessa linha de pesquisas”, disse Lee, que é também fundador do fundo binacional (EUA e China) de investimentos em capital de risco Sinovation. “Na verdade, a China tem ganhado terreno rapidamente”, acrescentou ele em evento conduzido pelo site TechCrunch.

Segundo o investidor, a China representa atualmente o maior mercado para a inteligência artificial, mantendo também a maior base de dados para análise e desenvolvimento de novas soluções – desde projetos voltados para negócios mais tradicionais até apostas em visão computacional, reconhecimento de fala e drones. “A maior parte das companhias de maior relevância atual nessas linhas são chinesas.”

Fonte/Matéria completa em: https://canaltech.com.br/robotica/china-deve-liderar-pesquisas-globais-em-ia-diz-ex-diretor-da-google-122044/

CaseCrunch: O advogado “robô”

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Uma disputa bastante inusitada acabou com um sistema de inteligência artificial derrotando competidores humanos e não estou falando de partidas de xadrez – trata-se, na verdade, de um campeonato de advogados que colocou o CaseCrunch Alpha para enfrentar 100 profissionais reais da área. O resultado? Um baile da IA, que obteve uma taxa de precisão de 86,6%, enquanto que as pessoas de carne e osso chegaram a apenas 66.3%.

O CaseCrunch se tornou um sistema capaz de realizar previsões com base em informações sobre os casos e as leis locais

Os advogados e a inteligência artificial receberam informações básicas sobre centenas de casos de venda incorreta de seguro de proteção de pagamento e deveriam prever se o provedor financeiro de justiça permitiria uma reclamação. Foi nessas previsões que o CaseCrunch Alpha se saiu muito melhor que os profissionais de verdade.

De tirar dúvidas a prever

Criada por estudantes de direito de Cambridge, a plataforma funcionava inicialmente apenas como um bot de bate papo que tinha como objetivo tirar dúvidas legais de pessoas. A partir daí, o CaseCrunch se tornou um sistema capaz de realizar previsões com base em informações sobre os casos e as leis locais.

Ainda é muito para dizer se em algum dia os advogados poderão ser substituídos por máquinas, visto que o direito é um assunto sempre bastante subjetivo. Seja como for, se você for advogado, é bom ficar de olho: seu emprego pode estar com os dias contados.

Fonte: TecMundo.