Incluindo tecnologia no currículo de olho em competências da BNCC

Site lançado pelo CIEB traz referências para professores, escolas e redes desenvolverem habilidades digitais propostas na Base Nacional Comum Curricular

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Para apoiar redes de ensino, escolas e professores que precisam incluir os temas de tecnologia e computação nos seus currículos, o CIEB (Centro de Inovação para a Educação Brasileira) lança a plataforma Currículo de Referência em Tecnologia e Computação, que traz diretrizes e orientações para desenvolver habilidades digitais propostas na BNCC (Base Nacional Comum Curricular).

Voltada para a educação infantil e o ensino fundamental, a plataforma pretende potencializar o uso de tecnologia e ampliar as reflexões sobre computação na educação básica.

Com uma série de orientações, a ferramenta mostra práticas que apoiam o desenvolvimento da 5ª Competência Geral da BNCC, que indica que os alunos precisam “compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismoe autoria na vida pessoal e coletiva”.

A plataforma organiza o currículo em três eixos: Cultura Digital, Pensamento Computacional e Tecnologia Digital. Cada um deles permite a navegação por tema de interesse e diferentes anos das etapas de ensino.

O material ainda apresenta indicações sobre níveis de maturidade das escolas e dos docentes em relação o uso de tecnologias conforme cada prática.

Para as redes de ensino, a plataforma também pode ser utilizada de diferentes formas. Elas podem trabalhar tecnologia e computação de forma transversal ou podem criar um componente curricular específico no seu currículo.

A ferramenta é gratuita e pode ser acessada em http://curriculo.cieb.net.br/.

Fonte: PorVir.org

Novas regras de graduação EaD no Brasil: Vantagem ou não?

O Diário Oficial da União (DOU) publicou uma portaria que define novas regras para aumentar a oferta de cursos de graduação e pós-graduação à distância. Desde que o decreto havia sido aprovado pelo Ministério da Educação (MEC), o debate se tornou cada vez mais tórrido entre os especialistas. A regulamentação permite que Instituições de Ensino Superior (IES) criem cursos de Educação a Distância (EaD), além de oferecer, exclusivamente, cursos a distância sem a oferta simultânea de cursos presenciais.

Especialistas afirmam ser uma boa iniciativa, afinal isso aumentará o acesso de muitos ao ensino superior. Para o mercado, teoricamente, a mão de obra estará mais qualificada e com isso vários postos de trabalho podem surgir ou vir a ser preenchido, cujos não são preenchidos hoje pela falta de qualificação de profissionais.

Como professor, vejo pouca diferença nas duas modalidades. Minha opinião é a de que um ALUNO só aprende se quiser e se doar para aquilo. Isso serve para tudo na vida. Quando não há tempo ou dedicação, seja com aulas presenciais diárias ou apenas virtualmente, o aluno tende a desistir ou achar difícil demais compreender os assuntos.

Seja EaD ou PRESENCIAL, o que vai tornar proveitoso o estudo será o empenho e a vontade do aluno em realmente querer ser um bom profissional naquilo que escolher se formar. A chance de termos um conteúdo mais qualificado em face de não precisar de material impresso e grandes estruturas físicas, torna vantajosa a aula à distância. Porém, alguns cursos continuação a precisar da “presença” do aluno, o famoso “colocar a mão na massa”.

Com bom senso isso dá certo. Espero agora o MEC ter o mesmo entendimento quanto aos MESTRADOS e DOUTORADOS, quase inalcançáveis para quem já está no mercado de trabalho. Porque não aulas à distância também e apenas avaliações e defesa de teses presenciais? Seria menos custoso e talvez até mais proveitoso aos aspirantes as pós Stricto Sensu.

IFRO ganha destaque por desafio de Robótica

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Toda semana é feito um clipping, um apanhado de noticias de todos os institutos federais onde os funcionários e professores recebem as novidades de cada IF de todo o país. Essa semana, todas as notícias foram sobre o evento Desafio IFRO 2016 que reuniu equipes e projetos de Institutos Federais de todo o País. A equipe do IFPB foi vencedora na categoria Robotino. Orgulho em ver meu estado natal recebendo tamanho evento e meu estado atual representando bem o nordeste. Por essa e outras que amo o Norte-Nordeste brasileiro. Veja os destaques do evento:

Definidas equipes que representarão os Institutos Federais em seletiva Nacional da WorldSkills Competition 2017

A equipe do Instituto Federal da Paraíba (IFPB) foi a grande vencedora na categoria Robotino.

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Sumô de robôs agita Desafio de Tecnologia e Inovação dos IFs

Dois robôs se empurravam para fora de um círculo desenhado no tablado da arena montada no evento.

 

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Equipes de institutos federais buscam vaga para a seletiva nacional da competiçãoWorldSkills

Para alcançar a vaga na seletiva, as equipes deviam obter índices satisfatórios nos três dias de competição.

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DesafioIFRO2016

Mais de 60 alunos do IFRO participam do Desafio de Tecnologia

Além de competir em seis modalidades, alunos da capital e interior de Rondônia aproveitaram o evento para trocar experiências.

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DesafioIFRO2016

Estudantes de escola pública participam de oficina de robótica

Raciocínio lógico, noções básicas de elétrica e eletrônica, foram alguns dos conceitos repassados durante a oficina de robótica.

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DesafioIFRO2016

Mulheres ganham espaço em competição na área de robótica

É cada vez maior o interesse delas pela área, antes território dominado pelos homens.

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Fonte: Clipping MEC/SETEC