O Futuro do Trabalho em 3 conceitos: Dados, Descentralização e Automação

Não sou eu quem estou falando, mas os fatos estão a mostra. A DSA (DataScience Academy) lançou essa semana em seu blog um artigo que trata sobre os 3 principais conceitos do “Trabalho do Futuro”. Os 3 pilares são os já citados no título da postagem: Dados, Descentralização e Automação que, segundo a DSA ” mudarão radicalmente liderança, cultura, privacidade e segurança. Vamos discutir cada um desses conceitos”.

Você DISCORDA?

O Big Data já existe há algum tempo. Muitas vezes, o termo foi cunhado como a próxima “revolução da administração”, a Quarta Revolução Industrial ou “a próxima fronteira para inovação, competição e produtividade”. Embora apenas alguns anos atrás, as organizações ainda lutassem para entender o impacto dessas tendências em seus negócios, o Big Data agora emergiu como o padrão corporativo.

Data Science Academy, 2019

O Futuro do Trabalho é Descentralizado

Termos como Blockchain, Big Data, Machine Learning, Bots e afins estão e estarão cada dia mais em evidência. Será impossível dissociar nossa sociedade cada vez mais conectada de termos e metodologias assim. O profissional do futuro deverá ser familiarizado com isso tudo e muito mais que virá.

Todos nós, do funcionário público ao vendedor de loja, do professor ao cientista, teremos que ser EMPREENDEDORES DE NÓS MESMOS. “Com o futuro do trabalho, os contratos inteligentes removerão cada vez mais a necessidade de julgamento humano e minimizarão a necessidade de confiança. ” [DSA, 2019]

Resumindo

O futuro do trabalho gira em torno de dados, descentralização e automação. A coleta de dados pode ajudar todos os aspectos da sua empresa, desde o desenvolvimento de novos produtos até a melhoria da eficiência operacional. Os dados levam ao conhecimento que, em última análise, impulsiona a tomada de decisão. Como tal, a organização do amanhã é uma empresa de dados.

Quer saber mais sobre DADOS? Acompanhe a série #PensandoEmDados aqui no blog

Leia a postagem na íntegra no Blog DSA

Videogame contribui para que jovens trabalhem menos nos EUA, diz estudo

Segundo os cálculos dos pesquisadores, os jogos de videogame tomam metade do tempo livre dos homens jovens norte-americanos.

Os videogames contribuíram para a queda no número de horas trabalhadas por homens jovens nos Estados Unidos, apontou um estudo do Departamento Nacional de Pesquisa Econômica norte americano.  Divulgada no começo deste mês, a pesquisa foi elaborada por Erik Hurst e Kerwin Charles, da Universidade de Chicago, Mark Aguiar, da Universidade de Princeton, e Mark Bils, da Universidade de Rochester. Os economistas partiram de dados que apontam declínio no número de horas trabalhadas ao ano tanto por homens e mulheres e em todas as faixas de idade.

Em 2015, os indivíduos nessa faixa de idade trabalhavam 203 horas a menos do que em 2000. A título de comparação, a redução de horas trabalhadas anualmente foi de 163 na faixa dos 31 a 55 anos.  Enquanto isso, o tempo destinado ao lazer entre os homens jovens cresceu para 63,4 horas em 2015.

E o que eles fazem com tempo adicional?

Passaram a jogar videogame por mais 1 hora e 24 minutos desde 2004, chegando a 3 horas e 24 minutos diante dos controles. E elevaram o tempo com computadores para 5 horas e 12 minutos (1 hora e 54 minutos a mais do que dez anos antes).

A queda em horas trabalhadas foi mais acentuada entre os homens com idade entre 21 e 30 anos, que passaram a dedicar mais tempo para lazer.

Os economistas constataram que o tempo de lazer aumentou entre mulheres e homens mais velhos. Mas não tão acentuadamente quanto para os homens jovens. Além disso, o tempo gasto com videogame entre mulheres e as outras faixas de idade da ala masculina não variou e mal chega a uma hora.

O tempo dispendido com games não aumentou nem mesmo entre as mulheres mais jovens. A presença feminina entre os jogadores é massiva, já que corresponde a 41% dos que jogam nos EUA, de acordo com Associação de Software para Entretenimento.

Matéria extraída do Portal G1 Tecnologia

Trabalho em equipe – A difícil arte

Muitas empresas sabem o que devem fazer para serem mais produtivas só que esquecem de promover o espírito de equipe em seus colaboradores.

trabalho em equipe

Se você aprecia histórias de times esportivos que superaram inúmeros obstáculos antes de chegar ao auge, saiba que existe uma série de filmes desse gênero na locadora mais próxima. O mesmo pode ser dito em relação aos títulos disponíveis nas livrarias, pois durante os últimos anos muita coisa também foi escrita a fim de desvendar os segredos das equipes de sucesso. Continue Lendo “Trabalho em equipe – A difícil arte”