Violinista acidentada há 30 anos volta a tocar graças a tecnologia brasileira

Rosemary Johnson sofreu um acidente de carro em 1988, perdendo os movimentos de seu corpo. Com isso, a violinista nunca mais tinha conseguido tocar seu instrumento favorito, mas, agora, tudo mudou graças a uma tecnologia criada por um brasileiro. Ela voltou a tocar o violino graças a sensores que acompanham o movimento de seus olhos, e também captam ondas cerebrais.

A tecnologia foi desenvolvida por Eduardo Miranda, brasileiro que atua como professor na Universidade de Plymouth, na Inglaterra. Há alguns anos, o professor se dedica a pesquisas que combinam música, computação e biologia, com o objetivo de devolver a capacidade de expressão musical a pessoas com deficiências.

Com o projeto de Miranda, a violinista, que não consegue se mover ou falar, conseguiu selecionar notas exibidas em uma tela, que foram tocadas em tempo real por uma colega sua, a também violinista Alison Balfour-Paul. Uma orquestra foi chamada para tocar a composição de Johnson, e você pode conferir a apresentação no seguinte curta produzido pela Volvo Car UK, que apoia o projeto:

“Quando vi Rosie pela primeira vez, algo estalou. É muito interessante trabalhar com ela. Uma vez que ela é uma musicista clássica, não preciso perguntá-la muitas coisas. Por meio da tecnologia, estamos quase instantaneamente trabalhando no domínio da comunicação musical”, contou o professor. “Trabalhar com ela está nos ajudando a desenvolver e formatar esta tecnologia. É uma mistura maravilhosa entre ciência e criatividade”, completou.

A tecnologia, que ainda está em desenvolvimento, é fruto de uma parceria com o Hospital Real para Deficiências Neurológicas de Londres, e já vinha sendo estudada desde 2003. “A ideia surgiu quando eu li uma notícia que cientistas estavam desenvolvendo métodos para controlar máquinas usando sinais elétricos cerebrais, chamados eletroencefalogramas. Eu achei a ideia fascinante e comecei a investigar a possibilidade de usar esse tipo de tecnologia para criar instrumentos musicais eletrônicos”, explicou o brasileiro.

Apesar de atuar na Inglaterra, Miranda pretende trazer sua tecnologia inovadora para o Brasil. Ele disse que está “em contato com algumas instituições brasileiras para ver se podemos mostrar o trabalho no Brasil no ano que vem”, mas “o trabalho não está pronto ainda para ser usado mais amplamente”. Para conseguir levar a tecnologia adiante, o professor depende da disponibilidade de colaboradores e de financiamentos. Com o caso bem sucedido de Rosemary Johnson, ele espera conseguir esse apoio.

Fonte: BBC

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#VISapiens – Semana Pedagógica Unipê

Olá, pessoal!

Desde semana passada estou participando da “Semana Pedagógica” do Unipê. Neste tempo, pude participar de treinamentos, Workshops, Palestras e Reuniões com colegas e as coordenações de cursos de graduação o qual ministro.

Sapiens 2017

Além disso, pude expor uma prática docente, prática essa que realizo e denominei de FEEDBACK DOCENTE UTILIZANDO AMBIENTE VIRTUAL. Caso você se interesse, depois criarei um post relacionado a isto. Mas fica aqui o link para o slide de apresentação.

Resumindo: ótimos momentos. Todo profissional precisa de reciclagem e para um professor, a troca de experiências e o contato com novidades é primordial. Espero pelo próximo evento já.

Novas regras de graduação EaD no Brasil: Vantagem ou não?

O Diário Oficial da União (DOU) publicou uma portaria que define novas regras para aumentar a oferta de cursos de graduação e pós-graduação à distância. Desde que o decreto havia sido aprovado pelo Ministério da Educação (MEC), o debate se tornou cada vez mais tórrido entre os especialistas. A regulamentação permite que Instituições de Ensino Superior (IES) criem cursos de Educação a Distância (EaD), além de oferecer, exclusivamente, cursos a distância sem a oferta simultânea de cursos presenciais.

Especialistas afirmam ser uma boa iniciativa, afinal isso aumentará o acesso de muitos ao ensino superior. Para o mercado, teoricamente, a mão de obra estará mais qualificada e com isso vários postos de trabalho podem surgir ou vir a ser preenchido, cujos não são preenchidos hoje pela falta de qualificação de profissionais.

Como professor, vejo pouca diferença nas duas modalidades. Minha opinião é a de que um ALUNO só aprende se quiser e se doar para aquilo. Isso serve para tudo na vida. Quando não há tempo ou dedicação, seja com aulas presenciais diárias ou apenas virtualmente, o aluno tende a desistir ou achar difícil demais compreender os assuntos.

Seja EaD ou PRESENCIAL, o que vai tornar proveitoso o estudo será o empenho e a vontade do aluno em realmente querer ser um bom profissional naquilo que escolher se formar. A chance de termos um conteúdo mais qualificado em face de não precisar de material impresso e grandes estruturas físicas, torna vantajosa a aula à distância. Porém, alguns cursos continuação a precisar da “presença” do aluno, o famoso “colocar a mão na massa”.

Com bom senso isso dá certo. Espero agora o MEC ter o mesmo entendimento quanto aos MESTRADOS e DOUTORADOS, quase inalcançáveis para quem já está no mercado de trabalho. Porque não aulas à distância também e apenas avaliações e defesa de teses presenciais? Seria menos custoso e talvez até mais proveitoso aos aspirantes as pós Stricto Sensu.

60 recursos online para professores e comunicadores

Olá Pessoal!

Hoje a dica é para professores e profissionais que precisem lidar com apresentação em público. Na verdade as dicas foram produzidas e é um apanhado geral do pessoal da Pipa Comunicação.

No texto, vários tipos de recursos são citados, tanto para criação de apresentações, slides, até edição de vídeos e publicação de conteúdos na web.

Clique aqui e veja as valiosas dicas. Essa vale salvar no favoritos e ter como recurso no dia a dia.

Sim, vale a pena ser professor

Se você me perguntasse há uns anos atrás, na minha época de faculdade ou terminando o Ensino Médio, se vale a pena ser professor, acho que a resposta seria um claríssimo NÃO! Será que vale a pena se sacrificar, sendo sempre minoria, dentro de um sala de aula onde a maioria não está muito interessada em te ouvir?

Bem, anos depois da graduação e com alguma gordurinha acumulada na vida (não apenas na região da barriga, mas também de experiência de vida), a resposta mudou. Não vou ser hipócrita e dizer que entrei nessa vida de Educador apenas pelo prazer pessoal. A oportunidade de encarar minha primeira turma veio “por acaso”. A grande diferença foi que, depois desse primeiro curso, minha vida mudou.

Acho até que a minha vida mudou mais do que a maioria dos que foram meus alunos até aquele momento, pois encontrei uma profissão a qual não precisaria chamar mais de Trabalho.

Claro que ser professor dá “trabalho” pra caramba. Mas, lidar com pessoas de um modo geral, já dá. Somando a isso preparar aulas, provas, corrigi-las, e ainda se preocupar com cada caso que aparece, se torna um peso, caso você não tenha uma certa aptidão pra coisa.

Em meus anos iniciais já lidei com turmas variadas. Algumas só com iniciantes, tendo que praticamente “alfabetizar” digitalmente pessoas de 12 a 70/80 anos. Os desafios de uma sala de aula são muitos. Quando cheguei ao nível superior, um pouquinho de calo já tinha se formado, e algumas surpresas já não espantavam tanto.

Hoje, imagens como a mostrada aí em cima me fazem sempre voltar ao encanto inicial que tive. O prazer em não apenas passar conhecimento aos alunos, mas de tentar auxiliar no crescimento individual de cada um. Cobrar também é uma forma de amar, chamar a atenção é mostrar que você se importa com aquela pessoa.

Ser professor é ser um pouco pai de cada aluno. E nisso, se aprende que há várias formas de se demonstrar afeto. O fato de ter me tornado pai praticamente na mesma época que me torneio professor me fez adquirir experiência conjunta, levando a sala de aula o lado paterno, e trazendo para cada o lado educador.

Espero ter paciência e perseverança nesta jornada, que ainda posso dizer estar no começo. Ainda espero manter a boa vontade, em não pensar mais no contra-cheque do que na missão dada. Tudo tem seu espaço, seu momento e sua importância. SIM, ainda vale muito a penas ser professor. E sempre valerá!

Incubadora Tecnológica do IFPB apresenta projeto em feira Internacional

A Incutes, Incubadora Tecnológica de Empreendimentos Solidários do IFPB, participou no período de 20 a 22 de outubro em Montevidéu, no Uruguai, do 2º Encontro Regional Latino-Americano: La economia dos/as trajadores/as, realizado por diversas Empresas Recuperadas dos Trabalhadores da América do Sul e Instituições Acadêmicas.

A Incutes foi representada pela assistente social Maria José Teixeira Batista Filha e pela Técnica em Assuntos Educacionais, Valéria Maria Gomes Guimarães, lotadas na Pró-Reitoria de Extensão e Cultura- PROEXC.

Leia mais em http://www.ifpb.edu.br/noticias/2016/10/incutes-do-ifpb-participa-de-evento-em-montevideu

V Sapiens – atualização pedagógica do Unipê

Olha eu ali presente (à esquerda), um bom aluno rs.

Está acontecendo desde segunda (04/07) e vai até a próxima sexta-feira (15/07) a V Semana de Atualização Pedagógica – Sapiens. O Centro Universitário de João Pessoa – Unipê está em período de recesso, enquanto os alunos descansam, os professores da Instituição buscam maneiras de melhorar a experiência oferecida aos discentes nos dias de aula.

O evento promove oficinas, palestras e apresentação de trabalhos até o próximo dia 15. As atividades estão sendo realizadas no Auditório Unipê e no Bloco S, nos três turnos.

“Assuntos como: mapas conceituais, avaliação por competências, construção de planos de aula, novas tecnologias educacionais, objetos de aprendizagem, bases de dados, utilização de games via celular, ética nas mídias sociais, murais interativos, dentro outros”.

Animada com o engajamento e alto nível das temáticas discutidas na V Semana de Atualização Pedagógica, a assessora acadêmica convida os demais professores da Instituição a comparecerem ao evento na próxima semana.

Particularmente tenho achado bem proveitoso o evento e espero poder aproveitar cada momento de atualização docente para elevar o nível das aulas em sala e com isso poder colaborar ainda mais na formação de novos profissionais.

Fonte: Assessoria Unipê.