‘Inteligência artificial vai criar mais empregos’, diz especialista

Uma das questões mais debatidas atualmente é como as novas tecnologias, incluindo a robótica e a inteligência artificial, poderão impactar no mercado de trabalho e nas relações profissionais.

Especialista conta que o trabalho da máquina não irá substituir o homem — Foto: Lukas/Unplash

Autor do best-seller A Guerra das Inteligências, o francês Laurent Alexandre explica que esse não é um fenômeno novo. E mostra porque a sociedade não precisa temer a evolução tecnológica.

“Eu não acredito na morte do trabalho. Você sabe que os imperadores romanos tinham medo que as máquinas destruíssem o trabalho em Roma há dois mil anos. É um medo que sempre tivemos porque as pessoas veem a destruição dos postos de trabalho, mas não veem as profissões do futuro”.

“Ninguém na época do Napoleão poderia imaginar que haveria os aviões e microprocessadores. Eu não sou otimista, eu sou realista. A tecnologia vai criar oportunidades extraordinárias para as gerações que virão.”

A principal diferença agora está na natureza das mudanças. Segundo o coordenador do mestrado em ciências digitais da SciencePo, em Paris, Benoît Thieulin, até hoje sempre que havia transformações profundas elas atingiam a parte baixa da pirâmide, onde estão os trabalhadores menos qualificados, enquanto a onda da digitalização e da robótica afetará o alto escalão.

“Então haverá um reposicionamento, sobretudo nos trabalhos qualificados, daquilo que poderá ser feito pelas máquinas, e a parte humana, de responsabilidade, que continuará sendo feita por pessoas.”

“A primeira onda de robotização dos anos 1970 e 1980 atingiu inicialmente os operários. E esse movimento continua, especialmente no mundo industrial, pois ainda não temos empregados domésticos robôs, mesmo que isso venha a acontecer no futuro, muito provavelmente. Mas a nova onda, atualmente, que é essa da inteligência artificial, atinge os chamados empregos de colarinho branco. As enfermeiras estão menos ameaçadas, por exemplo, do que os médicos. São as profissões de análise que podem ser automatizadas. Entre um radiologista e um computador, que terá acesso a milhares de imagens para poder comparar um osso a milhares de outros, é evidente que a análise digital será incomparável com aquilo que o radiologista poderá fazer unicamente com os olhos e o cérebro”.

Fonte: RFI/BR

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[Slide] Programação Orientada a Objetos

Olá, pessoal. Esse post é para compartilhar o slide inicial da disciplina Programação Orientada a Objetos. Aqui no blog, no link APOSTILAS, você terá acesso aos demais slides.

Para acompanhar os códigos vistos nas aulas, acesse meu Github (clique aqui).

Prof. Daniel Brandão - "Inovação é o que distingue um líder de um seguidor." {Steve Jobs}

Olá, pessoal! Segue Slide da primeira aula da disciplina POO – Programação Orientada a Objetos, do curso superior de Automação Industrial da faculdade SENAI-PB.

Os demais materiais serão todos postados por aqui para acesso da turma. Outros materiais sobre Programação estão aqui na seção APOSTILAS.

Para baixar o slide de aula, clique aqui.

 

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Fim de ano letivo!

Resultado de imagem para fim de ano letivo

Chega ao fim mais um ano, mais um semestre letivo. Chegou a hora de fazer uma auto-retrospectiva, analisar os pontos positivos e negativos. Você já parou para pensar como a vida corre? Esses dias o “FELIZ ANO NOVO” era para a chegada de 2017, e agora… lá se vai o ano.

Ao fechar mais um ciclo, é a hora de refletir se o ano teve saldo positivo ou negativo. Ou, pior ainda, se você se manteve na mesma. As vezes é melhor negativar, dar um passo atrás para, quem sabe, evoluir.

Algumas considerações minhas sobre este ano? Este ano pude crescer profissionalmente. Consegui escrever mais, produzi uma série de vídeos para o Youtube sobre Excel. Publiquei artigos, palestrei para pequenos grupos e consegui compartilhar conhecimento com o maior número de alunos até hoje (meu “recorde” pessoal rsrs). Emplaquei como supervisor técnico e consultor para equipes de estagiários em desenvolvimento de sistemas, pude com tudo isso ver a evolução e a formação de futuros profissionais das mais diversas áreas.

Isso é o que encanta em minha profissão, a chance de você ver profissionais se formarem e com sua pequena contribuição, pequena porém importante. Afinal, enquanto estive em minha graduação, sempre contei com o apoio de professores. Tive a “sorte” de ter professores muito dedicados e capazes no que faziam, pelo menos em sua maioria.

Com tudo isso, até aí, o saldo no ano foi positivo. A soma foi boa, as experiências trocadas foram de certo modo revigorantes. Pude tentar mais, ousar, arriscar a entrada no Mestrado (que deverá ficar para o próximo ano). A vida é assim, alguns sonhos são plantados para serem colhidos bem depois.

De modo geral só tenho a agradecer aos meus “chefes”, empregadores, colegas de trabalho e aos alunos que tive, esses últimos que também considero colegas de profissão, afinal a sala de aula é um ambiente colaborativo, onde se ensina e aprende todos os dias.

Desejo a todos um final de ano e de semestre esplendido, cheio de REALIZAÇÕES e um ano novo cheio de AÇÕES. Um feliz Natal, bem natalino, com a benção do “aniversariante ” Jesus. 2018 é logo ali, já está bem aqui. Faça sua reflexão agora e já se programe para o que vem por aí!

Violinista acidentada há 30 anos volta a tocar graças a tecnologia brasileira

Rosemary Johnson sofreu um acidente de carro em 1988, perdendo os movimentos de seu corpo. Com isso, a violinista nunca mais tinha conseguido tocar seu instrumento favorito, mas, agora, tudo mudou graças a uma tecnologia criada por um brasileiro. Ela voltou a tocar o violino graças a sensores que acompanham o movimento de seus olhos, e também captam ondas cerebrais.

A tecnologia foi desenvolvida por Eduardo Miranda, brasileiro que atua como professor na Universidade de Plymouth, na Inglaterra. Há alguns anos, o professor se dedica a pesquisas que combinam música, computação e biologia, com o objetivo de devolver a capacidade de expressão musical a pessoas com deficiências.

Com o projeto de Miranda, a violinista, que não consegue se mover ou falar, conseguiu selecionar notas exibidas em uma tela, que foram tocadas em tempo real por uma colega sua, a também violinista Alison Balfour-Paul. Uma orquestra foi chamada para tocar a composição de Johnson, e você pode conferir a apresentação no seguinte curta produzido pela Volvo Car UK, que apoia o projeto:

“Quando vi Rosie pela primeira vez, algo estalou. É muito interessante trabalhar com ela. Uma vez que ela é uma musicista clássica, não preciso perguntá-la muitas coisas. Por meio da tecnologia, estamos quase instantaneamente trabalhando no domínio da comunicação musical”, contou o professor. “Trabalhar com ela está nos ajudando a desenvolver e formatar esta tecnologia. É uma mistura maravilhosa entre ciência e criatividade”, completou.

A tecnologia, que ainda está em desenvolvimento, é fruto de uma parceria com o Hospital Real para Deficiências Neurológicas de Londres, e já vinha sendo estudada desde 2003. “A ideia surgiu quando eu li uma notícia que cientistas estavam desenvolvendo métodos para controlar máquinas usando sinais elétricos cerebrais, chamados eletroencefalogramas. Eu achei a ideia fascinante e comecei a investigar a possibilidade de usar esse tipo de tecnologia para criar instrumentos musicais eletrônicos”, explicou o brasileiro.

Apesar de atuar na Inglaterra, Miranda pretende trazer sua tecnologia inovadora para o Brasil. Ele disse que está “em contato com algumas instituições brasileiras para ver se podemos mostrar o trabalho no Brasil no ano que vem”, mas “o trabalho não está pronto ainda para ser usado mais amplamente”. Para conseguir levar a tecnologia adiante, o professor depende da disponibilidade de colaboradores e de financiamentos. Com o caso bem sucedido de Rosemary Johnson, ele espera conseguir esse apoio.

Fonte: BBC

Hackfest abre inscrições para maratona de programação

hackfest2017

Faltando pouco mais de 30 dias para o início do Hackfest Contra a Corrupção, o evento abre as inscrições para a sua maratona de programação, que seguirá duas linhas temáticas: “Melhoria dos Serviços Públicos” e “Combate à Corrupção e Acompanhamento da Aplicação dos Recursos Públicos”.

Estão sendo disponibilizadas 160 vagas, das quais pelo menos 60% deverão ser preenchidas por participantes com conhecimentos na área de Tecnologia da Informação, conforme prevê o edital. O Hackfest ocorrerá entre os dias 9 e 11 de junho, no Espaço Cultural José Lins do Rego.

Clique aqui e confira o regulamento do hackathon!

O restante das vagas da maratona de programação ficará à disposição dos interessados em contribuir com a elaboração dos programas. As inscrições para os participantes de outras áreas também ocorrem no site do evento.

Além da maratona, o Hackfest irá promover outras atividades como palestras, oficinas com profissionais e acadêmicos renomados nas áreas de TI, Gestão Pública, Direito e Transparência Pública, food truck park e mostra de cinema. A ação visa ressaltar a importância do uso de ferramentas tecnológicas para a transparência pública e a cidadania.

Mais informações no site do evento, pelo e-mail hackfest2017@gmail.com ou pelos telefones (83) 2108-3058 ou (83) 2107-6172.

CLIQUE AQUI E INSCREVA-SE NA MARATONA DE PROGRAMAÇÃO!

Hackfest Contra a Corrupção

Data: 9 a 11 de junho

Local: Espaço Cultural José Lins do Rego (UNIPÊ)

Fonte: Site Oficial do Unipê