Nosso tempo é precioso

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De tirar o chapéu: Professora reconhece mais que notas de aluno autista

Foi-se o tempo em que tirar boas notas era a única forma de medir as habilidades de um aluno. A professora Jane Clarkson, de uma escola infantil do Reino Unido, teve uma atitude muito especial ao comunicar as notas baixas do seu aluno autista de 11 anos, Ben Twist.
Apesar de ter dado o seu melhor nas provas, seus resultados não foram satisfatórios – de acordo com o sistema tradicional.

A carta que a doce Jane mandou para Ben e seus pais tocou o coração de milhares de pessoas que viram o texto no Twitter da professora e deixou a mãe do menino em lágrimas.

Tradução livre:
“Querido Ben,
Estou escrevendo para te parabenizar pela sua atitude e sucesso ao completar seu ano letivo.
Gil, Lynn, Angela, Steph e Anne trabalharam muito bem com você este ano e você fez progressos maravilhosos.
Escrevi para você e seus pais para contar a vocês o resultado das provas.
Uma parte muito importante: quero que você entenda que essas provas medem apenas um pequeno pedacinho seu e de suas habilidades. Elas são importantes e você as fez muito bem, mas o Ben Twist é feito de muitas outras habilidades e talentos que nós, aqui da escola Lansbury Bridge, vimos e medimos de outras maneiras.
Outros talentos que você tem e que essas provas não medem, incluem:
– Seu talento artístico;
– Sua habilidade de trabalhar em grupo;
– O desenvolvimento da sua independência;
– Sua bondade;
– Sua habilidade de expressar opiniões;
– Suas habilidades esportivas;
– Sua habilidade de fazer e manter amigos;
– Sua habilidade de discutir e avaliar seu próprio progresso;
– Seu planejamento e construção de talentos;
– Sua habilidade musical.
Nós estamos muito satisfeitos com todos esses diferentes talentos e habilidades que fazem de você essa pessoa especial e essas são todas as coisas que mensuramos que nos asseguram o fato de você estar sempre progredindo e continuando seu desenvolvimento como um adorável e brilhante homenzinho.

Muito bem, Ben. Nós estamos muito orgulhosos de você.
Felicidades!
Senhora Clarkson.”
O Ben ficou felizao e agradeceu muito a msg! Top demais, não?

Porque é tão difícil assumir nossos erros?

Olá amigos. Hoje resolvi deixar esta meditação para os que passam aqui pelo meu blog. Boa leitura!

Há pessoas que nunca admitem ter errado. O perigo de ignorar as próprias faltas é o de acreditar em fantasias, em lugar das realidades capazes de prevenir grandes prejuízos. 

Errar, dizem é humano. O que não é muito comum entre os humanos, entretanto, é admitir os próprios erros. Jesus alerta os hipócritas, especialistas em se escandalizar com um cisco de nada no olho do outro, sem sequer se dar conta da enorme “trave” que atravanca seu próprio olho! (Mateus 7:5). A oração do salmista está completamente dentro do ensino de Jesus. Os erros são meus. Portanto, minha também deve ser a responsabilidade de corrigi-los e aprender com eles.
O problema “das faltas que cometo sem perceber” é que elas se acumulam e prejudicam – e eu continuo a não percebê-las. Pior ainda: se, por acaso, alguém decide chamar-me à atenção para minha conduta faltosa, minha reação natural é a de negar e, às vezes, de me indispor com aquele que tentou me ajudar. Sabedor disso, o salmista descobriu que a única ajuda que, de fato, resolve é a correção e a purificação que, humildemente, buscamos no Senhor. A Bíblia é muito clara, dizendo que

“o Senhor disciplina os filhos a quem ama” (Hebreus 12:6).

Salmos 19:12 – Quem pode entender os seus erros? Expurga-me tu dos que me são ocultos.