CaseCrunch: O advogado “robô”

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Uma disputa bastante inusitada acabou com um sistema de inteligência artificial derrotando competidores humanos e não estou falando de partidas de xadrez – trata-se, na verdade, de um campeonato de advogados que colocou o CaseCrunch Alpha para enfrentar 100 profissionais reais da área. O resultado? Um baile da IA, que obteve uma taxa de precisão de 86,6%, enquanto que as pessoas de carne e osso chegaram a apenas 66.3%.

O CaseCrunch se tornou um sistema capaz de realizar previsões com base em informações sobre os casos e as leis locais

Os advogados e a inteligência artificial receberam informações básicas sobre centenas de casos de venda incorreta de seguro de proteção de pagamento e deveriam prever se o provedor financeiro de justiça permitiria uma reclamação. Foi nessas previsões que o CaseCrunch Alpha se saiu muito melhor que os profissionais de verdade.

De tirar dúvidas a prever

Criada por estudantes de direito de Cambridge, a plataforma funcionava inicialmente apenas como um bot de bate papo que tinha como objetivo tirar dúvidas legais de pessoas. A partir daí, o CaseCrunch se tornou um sistema capaz de realizar previsões com base em informações sobre os casos e as leis locais.

Ainda é muito para dizer se em algum dia os advogados poderão ser substituídos por máquinas, visto que o direito é um assunto sempre bastante subjetivo. Seja como for, se você for advogado, é bom ficar de olho: seu emprego pode estar com os dias contados.

Fonte: TecMundo.

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Violinista acidentada há 30 anos volta a tocar graças a tecnologia brasileira

Rosemary Johnson sofreu um acidente de carro em 1988, perdendo os movimentos de seu corpo. Com isso, a violinista nunca mais tinha conseguido tocar seu instrumento favorito, mas, agora, tudo mudou graças a uma tecnologia criada por um brasileiro. Ela voltou a tocar o violino graças a sensores que acompanham o movimento de seus olhos, e também captam ondas cerebrais.

A tecnologia foi desenvolvida por Eduardo Miranda, brasileiro que atua como professor na Universidade de Plymouth, na Inglaterra. Há alguns anos, o professor se dedica a pesquisas que combinam música, computação e biologia, com o objetivo de devolver a capacidade de expressão musical a pessoas com deficiências.

Com o projeto de Miranda, a violinista, que não consegue se mover ou falar, conseguiu selecionar notas exibidas em uma tela, que foram tocadas em tempo real por uma colega sua, a também violinista Alison Balfour-Paul. Uma orquestra foi chamada para tocar a composição de Johnson, e você pode conferir a apresentação no seguinte curta produzido pela Volvo Car UK, que apoia o projeto:

“Quando vi Rosie pela primeira vez, algo estalou. É muito interessante trabalhar com ela. Uma vez que ela é uma musicista clássica, não preciso perguntá-la muitas coisas. Por meio da tecnologia, estamos quase instantaneamente trabalhando no domínio da comunicação musical”, contou o professor. “Trabalhar com ela está nos ajudando a desenvolver e formatar esta tecnologia. É uma mistura maravilhosa entre ciência e criatividade”, completou.

A tecnologia, que ainda está em desenvolvimento, é fruto de uma parceria com o Hospital Real para Deficiências Neurológicas de Londres, e já vinha sendo estudada desde 2003. “A ideia surgiu quando eu li uma notícia que cientistas estavam desenvolvendo métodos para controlar máquinas usando sinais elétricos cerebrais, chamados eletroencefalogramas. Eu achei a ideia fascinante e comecei a investigar a possibilidade de usar esse tipo de tecnologia para criar instrumentos musicais eletrônicos”, explicou o brasileiro.

Apesar de atuar na Inglaterra, Miranda pretende trazer sua tecnologia inovadora para o Brasil. Ele disse que está “em contato com algumas instituições brasileiras para ver se podemos mostrar o trabalho no Brasil no ano que vem”, mas “o trabalho não está pronto ainda para ser usado mais amplamente”. Para conseguir levar a tecnologia adiante, o professor depende da disponibilidade de colaboradores e de financiamentos. Com o caso bem sucedido de Rosemary Johnson, ele espera conseguir esse apoio.

Fonte: BBC

#Expotec2017 – Tá chegando a hora!

De 09 a 11 de agosto acontece a EXPOTEC aqui em João Pessoa. Evento bacana que reune renomados profissionais do nordeste, do Brasil e do mundo até. O local é super agradável (Já conhece o Centro de Convenções de João Pessoa?). Games, Desenvolvimento, Web, Robótica, Educação e muitos outros assuntos são vistos em formato de Palestras, Exposições e Workshop.

Vamos lá? Inscreva-se no site www.expotec.org.br

#VISapiens – Semana Pedagógica Unipê

Olá, pessoal!

Desde semana passada estou participando da “Semana Pedagógica” do Unipê. Neste tempo, pude participar de treinamentos, Workshops, Palestras e Reuniões com colegas e as coordenações de cursos de graduação o qual ministro.

Sapiens 2017

Além disso, pude expor uma prática docente, prática essa que realizo e denominei de FEEDBACK DOCENTE UTILIZANDO AMBIENTE VIRTUAL. Caso você se interesse, depois criarei um post relacionado a isto. Mas fica aqui o link para o slide de apresentação.

Resumindo: ótimos momentos. Todo profissional precisa de reciclagem e para um professor, a troca de experiências e o contato com novidades é primordial. Espero pelo próximo evento já.

#AdeusPaint: Microsoft anuncia aposentadoria do Paint

O Paint, ferramenta de desenho que viu muitas casas, árvores e bonecos de palito nos últimos 32 anos, terá seu desenvolvimento interrompido pela Microsoft. Ele já está sendo listado como um recurso descontinuado no Windows 10 Fall Creators, que será lançado até o final do ano.

A Microsoft confirma que o Paint será removido das próximas versões do Windows 10, mas ainda poderá ser baixado a partir da Loja.

O anúncio foi inicialmente feito sem alarde, em um artigo de suporte que lista as funcionalidades removidas ou descontinuadas (“deprecated”) da próxima atualização do Windows 10. Como explica a Microsoft, o Paint é classificado como um produto que “não está em desenvolvimento ativo e pode ser removido em versões futuras”.

O aplicativo de desenho foi lançado em 1985, no Windows 1.0, e recebeu atualizações pontuais desde então: a mais significativa foi em 2009, no Windows 7, quando ele ganhou novos formatos de objetos com anti-aliasing (o fim das elipses serrilhadas!), pincéis artísticos e uma interface renovada.

Mas o Paint acabou tendo seu lugar tomado pelo Paint 3D, lançado no Windows 10 Creators Update, que é mais amigável ao toque e possui ferramentas para fazer desenhos tridimensionais — então sua aposentadoria já era esperada. O Paint 3D chegou a substituir o Paint em versões de desenvolvimento do Windows 10 em 2016, mas a Microsoft voltou atrás e deixou que os dois aplicativos coexistissem.

Além do Paint, a Microsoft está aposentando a ferramenta para criação de imagem de sistema e o PowerShell 2.0. Enquanto isso, programas como o Leitor3D Builder e Outlook Express serão totalmente removidos.

O Windows 10 Fall Creators Update será lançado no segundo semestre, provavelmente em setembro ou outubro.

Matéria publicada no Tecnoblog

Google Hire, um novo rival para o LinkedIn

Google Hire permite agregar dados e material sobre candidatos espalhados pelo Gmail, Docs, Calendar e etc numa única plataforma (Foto: Divulgação/Google)

Hire é o novo produto do Google para organizar o processo de contratação de talentos e novos profissionais para pequenos e médios negócios. A ideia da ferramenta é servir de alternativa ao LinkedIn, com a vantagem de oferecer grande integração com a suíte de aplicativos da Gigante das Buscas. O serviço permite que informações sobre os candidatos sejam de fácil acesso e visualização, tornando mais simples a seleção de candidatos por profissionais do RH.

Integrado aos outros produtos do Google, como Gmail, Calendar e Planilhas, o Hire é destinado a empresas como uma plataforma de gerenciamento do processo de seleção — principalmente para empresas que não têm orçamento para contratar serviços mais específico desse mesmo gênero. A novidade, que passou um ano em fase de testes, tem suas atividades limitadas aos Estados Unidos, no momento.

Profundamente integrado à G Suite, o Google Hire depende de assinatura para ser utilizado. Com o serviço, uma companhia pode acompanhar o agendamento de uma entrevista, ter acesso a informações de contato do candidato, bem como o histórico de troca de e-mails e currículos — tudo a partir de informações que já estão no Calendar, no Hangouts, no Gmail e etc.

Matéria completa no site Techtudo